sexta-feira, 13 de novembro de 2009
REPRESENTAÇÃO DIGITAL CONTINUAÇÃO
Comandos de edição simples
Seleção dos objetos.
Fonte: RENDER multimídia
Os objetos depois de criados podem ser alterados com este comando, ou obter novos objetos a partir dos que já existem. Assim será necessário identificar os objetos que deseja editar, ou seja, você pode definir um conjunto de objetos, de acordo com sua necessidade.
Estes tipos de comandos de edição, quando clicamos para acioná-los, entram em modo de “Seleção de Objetos”, onde você pode definir o conjunto de elementos. Após a seleção dos objetos eles ficarão pontilhados confirmando que estão selecionados.
OBS.: Para exemplificar como seleciona um objeto, você terá que clicar em algum comando de edição, que peça uma seleção, por exemplo, o comando “Erase”.
Visualizar os modos de seleção de objetos:
(A) Faça a representação de alguns objetos na tela, para poder exemplificar a seleção dos objetos.
(B) Na barra de ferramentas “Modify” clique no ícone “Erase”.
(C) Leia na linha de comando que pede para você selecionar o objeto: ”select object”.
(D) No lugar de você clicar sobre o objeto, digite? E confirme com enter. Ver Figura a seguir:
(F) Na descrição abaixo estão às opções de seleção. Digite sua inicial para escolher uma delas, e em seguida confirme com enter.
Linha de comando com as opções de seleção.
Fonte: AutoCAD 2009
Default (point): Seleciona um objeto indicado pelo ponto, mas, se este for no vazio, ele será o 1°ponto de uma janela Windows ou crossing.
Windows: seleciona todos os objetos que estiverem dentro de uma janela cuja moldura é feita por uma linha contínua.
Last: Seleciona o ultimo objeto criado
Crossing: seleciona todos os objetos que estiverem contidos na janela, ou parcialmente dentro.
Box: Windows ou crossing automáticos. Quando o segundo ponto estiver a direita do primeiro, estará no modo Windows (retângulo contínuo). Ao contrário, estará no modo Crossing (retângulo tracejado)
All: seleciona todas as entidades do desenho.
Fence: seleciona todos os objetos que interceptam a poligonal definida
Wpolygon: seleciona todos os objetos do desenho que estiverem inteiramente contidos na área poligonal.
Cpolygon: seleciona todos os objetos do desenho que estiverem contidos totalmente ou parcialmente na área poligonal.
Group: seleciona todos os objetos que pertencem ao um grupo
Add: entra no modo de adição de objetos ao conjunto selecionado (default)
Remove: passa para o modo de remoção de objetos do conjunto de seleção.
Multiple: permite a seleção de objetos sem que os mesmos sejam “marcados”.
Previous: seleciona o último conjunto selecionado.
Undo: desfaz ou remove o último objeto selecionado.
Auto: ativa a seleção default do objeto, ou seja, você seleciona os objetos individualmente, mas, se o primeiro ponto for no vazio, este será o 1°ponto de uma janela Windows ou crossing.
Single: faz uma única seleção e sai do modo de seleção de objetos
16.2. Propriedades de um desenho:
Quando você quiser modificar as várias características das entidades, usa o comando “properties”. Essas características serão diferentes para cada tipo de entidade. Quando você apreender a criar textos, hachuras, dimensionamentos, etc. verão que a caixa de diálogo mostrada pelo comando “properties” será diferenciada para cada uma dessas entidades.
Fonte: RENDER multimídia
Padrões de linhas:
Na execução de desenhos ou projetos você deve aplicar os padrões de linha determinados pela ABNT, no AutoCAD para utilizá-los é necessário carregá-los conforme sua necessidade.
Para carregar um padrão de linha faça a seguinte seqüência:
(A) Na barra de ferramentas “Object Properties”, clique em “Line Type Control”
Barra de ferramentas “Object Properties”
B) Na caixa de diálogo “Layer& Line type Control”, Clique em others
C) Na caixa de diálogo Linetype Manager, clique em “Load”.
D) Você poderá selecionar mais de um tipo de linha, para isso pressione a tecla CTRL, para selecionar as linhas de interesse em qualquer ordem, ou SHIFT, para selecionar as linhas compreendidas no intervalo.
E) Clique em “OK”.
F) Na caixa de diálogo “Layer& Line type Control”, Clique em “OK”
Barra de ferramentas “Modify”:
Nesta barra “Modify”, você encontrará as ferramentas de você encontrará as de modificação e de construção de desenhos. Nela você verá os comandos mais simples de edição desta ferramenta.
Copy offset move rotate scale trim extend
Comandos simples da barra de ferramentas “Modify”
Comando “Move”:
Você pode deslocar os objetos selecionados da posição em que estiver, para outra de acordo com sua necessidade. Este comando sempre pedirá um ponto de referência e um deslocamento. Tanto o ponto base como o deslocamento podem ser fornecidos através do mouse ou do sistema de coordenadas absolutas, relativas ou polares para que o objeto seja movido para a nova posição desejada.
Fonte: RENDER multimídia
Para mover os objetos de posição faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Move”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Confirme o comando com enter no botão direito do mouse ou pressionando a tecla enter.
(D) Clique no ponto de referência que desejar.
(E) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem o deslocamento desejado e, automaticamente o objeto será deslocado.
Obs.: Vale lembrar que a partir desta etapa, não será mais repetido que o botão direito do mouse equivale à tecla enter quando você for confirmar um comando. Lembre-se também que esta seqüência de operação vale para encerrar um comando, o modo de seleção ou ainda repetir o comando anterior.
Comando “Copy”:
Quando quiser duplicar os objetos selecionados é este o comando que você vai usar. É parecido com o “move”, pois são solicitados os pontos de referência e o de deslocamento. Existe o recurso no subcomando “Multiple” onde poderá copiar varias vezes sem sair do comando.
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Copy”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Confirme o comando com enter no botão direito do mouse ou pressionado a tecla enter.
(D) Clique no ponto de referência que desejar.
(E) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem a posição do objeto a ser copiado e, automaticamente o objeto será reproduzido.
Copiar objetos repetidamente:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Copy”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Você vai sair do modo de seleção de objetos clicando enter no botão direito do mouse ou pressionado a tecla enter.
(D) Digite “M” para ter acesso ao subcomando “Multiple”.
(E) Clique no ponto de referência que desejar. (F) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem a posição do objeto a ser copiado e, automaticamente o objeto será reproduzido.
OBS: Você deverá clicar até obter o número de cópias do objeto quantas forem desejadas.
(H) Clique o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Copiar paralelas – comando “Offset”:
Fonte: RENDER multimídia
Este comando “Offset” cria cópias de um objeto posicionando-as paralelamente ao objeto original. Para criar estas paralelas, você precisará fornecer a distância da paralela ao objeto original e o lado que a paralela deverá ficar. No caso de objetos com linhas poligonais (fechados) a paralela poderá ficar do lado de dentro ou de fora do objeto original e, no caso de objetos com linhas abertas, a paralela poderá ficar em um dos lados do objeto original. O que torna este comando muito interessante, é que ele mantém as proporções paralelas mesmo que tenha que alterar seu tamanho.
Veja os exemplos do lado:
Para fazer Cópias paralelas:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Offset”.
(B) Digite a distância da paralela ao objeto original. Ou clique em qualquer lugar para marcar o primeiro ponto, em seguida clique novamente para marcar o segundo ponto. A distância entre estes dois pontos será à distância da paralela ao objeto original.
(C) Selecione o objeto original.
(D) Clique para marcar o lado da paralela.
(E) Selecione o objeto original.
(F) Clique para marcar o lado da paralela, repita sucessivamente até completar quantas paralelas forem necessárias.
(G) Você deverá clicar o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Rotacionando os objetos-Comando “Rotate”:
Este comando “Rotate” permite rotacionar um objeto em torno de um ponto e num determinado ângulo. Este ângulo poderá ser indicado pelo mouse ou digitado.
Para rotacionar um objeto- proceda da seguinte maneira:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Rotate”.
(B) Selecione o objeto.
(C) Clique o botão direito do mouse para sair do modo de seleção do objeto.
(D) Clique para marcar o ponto de referência. Esse ponto poderá ser em qualquer lugar, próximo ou não do objeto, pois o local do ponto de referência não interfere no ângulo de rotação e sim na posição final do objeto após a rotação.
(E) Digite o ângulo que você quer rotacionar ou clique o mouse para marcar um ponto. A linha elástica entre este ponto e o ponto de referência, define o ângulo de rotação tendo como ponto de partida o ângulo 0°. O objeto será automaticamente rotacionado.
Atente para o sentido de rotação: horário – negativo e anti-horário + positivo.
Mudança de Tamanho de Objetos - Comando “Scale”
Este comando “Scale” permite você alterar o tamanho dos objetos, ou seja, aplicar uma escala para eles. Esta escala poderá ser definida por um valor numérico ou através de dois pontos cuja distância em unidades, corresponde à escala.
Para alterar a mudança de Tamanho de Objetos faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Scale”.
(B) Selecione o objeto.
(C) Você deverá clicar o botão direito do mouse para sair do modo de seleção do objeto.
(D) Clique para marcar o ponto de referência.
(E) Digite um valor para a escala. Por exemplo: se você desejar reduzir o objeto pela metade, digite 0.5, se desejar duplicar o objeto, digite dois.
Aparador de Objetos - Comando “Trim”
Este comando “Trim” apara os excessos de linhas em um desenho, que estejam relacionados a um limite. Para cortar os excessos você terá que fornecer ao AutoCAD os objetos que funcionarão como “limite de corte”. A partir deste limite, o comando “Trim” apara os excessos dos objetos desde o ponto selecionado até o “limite de corte” especificado. Veja o exemplo de objetos aparados com “Trim”:
Fonte: RENDER multimídia
Para aparar Objetos faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Trim”.
(B) Você deverá clicar o botão direito do mouse para confirmar o modo de seleção do objeto.
(C) Clique sobre objetos que você quer aparar, tirar os excessos.
(D) Você deverá clicar o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Os pontos de referência “Object Snap”
Às vezes você precisa criar um objeto com exata precisão em posição a outro,
Por exemplo, você pode querer fazer uma linha vertical no meio de uma linha horizontal com precisão, para formar uma linha perpendicular.
AutoCAD possui recursos dos pontos de referência chamada “Object Snap”. Esta expressão significa prender ou agrupar objetos. Existem várias maneiras de prender os objetos uns aos outros, facilitando a construção com precisão de representações digitais.
A barra de ferramentas “Object Snap”
Para visualizar a barra de ferramentas “Object Snap”:
(“A) “clique na barra de ferramenta “draw” ou “modify” com o botão direito do mouse, será apresentada a caixa de diálogo” Toolbars”.
(B) Selecione a barra de ferramentas “Object Snap”. Automaticamente a barra será exibida.
Barra de ferramentas “Object Snap”
A seguir uma descrição das opções das ferramentas “Object Snap”
Fonte: RENDER multimídia
Tracking: especifica a distâncias a partir de um ponto de referência.
Snap From: Ao clicar um ponto qualquer, essa opção solicita uma distância, em coordenadas relativas, partindo deste ponto inicial. Você utilizará essa opção para definir um ponto a partir de outro quando conhecer a coordenada.
Endpoint: Localiza a extremidade mais próxima do objeto, por exemplo, uma reta, um arco...
Midpoint: Localiza o ponto médio de um objeto, por exemplo, uma reta, um arco...
Intersection: Localiza o ponto de intersecção entre dois objetos.
Apparent Intersect: Localiza a intersecção aparente entre dois objetos que só irão se cruzar se pelo menos um for estendido.
Center: Localiza o centro de um arco ou círculo. Para marcar este ponto clique sobre o arco ou sobre o círculo.
Quadrant: Localiza os pontos de interseção dos eixos x (horizontal) e y (vertical) com a circunferência, definindo quatro setores, os quais denominamos de quadrantes.
Tangent: Identifica um ponto sobre o círculo ou arco ou elipses de forma que a linha elástica do mouse tangencie esses objetos.
Perpendicular: Identifica um ponto de maneira que a linha elástica do mouse fique perpendicular ao objeto indicado.
Insert: Identifica o ponto de inserção de um texto ou bloco.
Node: Localiza um ponto exatamente sobre a posição do objeto ”Point” desenhado.
Nearest Quick: Localiza um ponto do objeto que esteja mais próximo ao ponto especificado.
None: essa opção cancela qualquer opção de “Object Snap” ativa.
A barra de ferramentas “Dimension”
Para exibir a barra de ferramentas “Dimension” faça o seguinte:
(“A) “clique em qualquer na barra de ferramenta com o botão direito do mouse, será apresentada a caixa de diálogo” Toolbars”.
(B) Selecione a barra de ferramentas “Dimension”. Automaticamente a barra será exibida.
Linear Aligned Radius Diameter Angular Tolerance Center Mark
Dimensionamento Linear:
Este dimensionamento é o mais simples. Com auxilio dele, você poderá criar dimensões lineares nos sentidos verticais e horizontais. Vela os exemplos:
Para criar um Dimensionamento Linear:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Linear Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com o botão esquerdo.
Dimensionamento Alinhado:
O dimensionamento alinhado você utiliza quando for dimensionar linhas inclinadas, pois este dimensionamento será sempre paralelo ao elemento dimensionado.
Fonte: RENDER multimídia
Para criar um Dimensionamento Alinhado faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Aligned Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com botão esquerdo.
Dimensionamento de Raio:
Este dimensionamento você utilizará para criar dimensões que indicarão raios de círculos e arcos.
Para criar um Dimensionamento de Raio faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Radius Dimension”.
(B) Selecione o arco ou círculo que você quer dimensionar.
(C) Arraste o mouse para definir a posição da linha de dimensionamento e confirme com o botão esquerdo.
(D) Arraste o mouse para definir a posição da linha de dimensionamento.
Fonte: RENDER multimídia
Dimensionamento Angular:
O dimensionamento de angular indica o ângulo entre duas entidades.
Fonte: RENDER multimídia
Para criar um Dimensionamento Angular faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Angular Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com botão esquerdo.
Dimensionamento da Marca de Centro:
Para criar um Dimensionamento da Marca de Centro:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Center Mark”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento.
Desenho de Camadas:
Este comando “Layers” (Camadas) você definirá planos de trabalho. Como se comparasse um layer como uma folha de papel transparente.
Os layers definidos estariam compondo um pacote de folhas, onde você poderia desenhar em qualquer folha. Um exemplo de aplicação deste recurso é a utilização de layers para separar contextos de um projeto, na mecânica no projeto de um redutor, você pode ter um layer para eixos, outro para rolamentos, outro para engrenagens, outra com todas as cotas, etc..
Criar novas Camadas:
Toda vez que você abrir um desenho novo em AutoCAD, tudo que for desenhado entrará automaticamente na camada “0”. Assim tudo que não tiver definição pertencerá ao layer “0”.
Para criar novas Camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Na caixa de diálogo apresentada ao lado, clique “New”. Na lista de layers, será acrescentado o campo “Layer1”,para você digitar um novo nome para este layer.
(C) Para cada layer poderá ter um nome com no máximo com 31 caracteres, podendo ser formado por letras, números, caractere sublinhado, hífen, ou sinal de cifrão ($), mas não poderá ter espaços em branco. Exemplo: digite linha-de-simetria e confirme com enter.
(D) Clique no botão “OK” ou set current ou (alt+c)
Associação de uma Cor e um Linetype ao Layer:
Os layers criados servem para facilitar a apresentação de seu trabalho. Após a criação do layer, todas as linhas de simetria de um desenho pertencerão ao layer “Linha de simetria”. Você atribuirá uma cor e um padrão de linha para este novo layer e, quando quiser mudá-los não necessitará fazer isso para cada linha de simetria. É mudar a cor ou o padrão de linha do layer que automaticamente todos os objetos pertencem a esse layer imediatamente serão atualizados.
Para definir uma nova cor para o Layer faça :
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Clique no quadrinho preto que indica a cor do layer “Linha de simetria”, Aparecerá a caixa de diálogo “select color”.
(C) Nesta caixa “select color”, clique sobre uma cor.
(D) Clique no botão “OK” Você retornará para a caixa de diálogo “Layers Properties”
Para definir um padrão de linha para o Layer faça:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Na caixa de diálogo “Layers Properties”, selecione o linetype que você deseja,caso não esteja disponível, clique no botão “Load” e carregue-o.
(C) clique em um linetype para defini-lo com padrão para seu layer “linha de simetria”.
(D) Clique no botão “OK” Você retornará para a caixa de diálogo “Layers Properties”
Propriedades dos Layers:
No AutoCAD estão disponíveis seis opções que controlam o estado das camadas:
On/Off; Thaw/Freeze; Lock/Unlock
Layers Ligados ou Desligados (On / Off):
Para ligar e desligar as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer desligar não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique na lâmpada amarela que indica se o layer esta “On” (Ligado) ou “Off” (desligado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Fonte: RENDER multimídia
Layers Congelados / Liberados (Freeze / Thaw):
Para congelar ou liberar as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer congelar não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique no símbolo amarelo que indica se o layer esta “Freeze” (Congelado) ou “Thaw” (Liberado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Layers Bloqueado / Desbloqueado (Lock/ Unlock):
Para Bloquear ou Desbloquear as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer Bloquear não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique no cadeado que indica se o layer esta “Lock” (Congelado) ou “Unlock” (Desbloqueado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Lâmpada Símbolo Cadeado Quadrado
Perspectivas Isométricas:
Você não precisa utilizar dos recursos em 3D para se ter uma idéia de um objeto representado tridimensional, para isso basta utilizar das perspectivas isométricas, que no AutoCAD fica simples executarem.
Como iniciar uma Perspectiva Isométrica:
Para se ter acesso a perspectiva isométrica, deve ativar o comando Tools e em seguida ativar Drafting Settings como mostrado na tela ao abaixo:
Na seqüência aparecerá a caixa de diálogo Drafting Settings, deve acionar Snap and Grid, e selecionar Isometric snap como demonstrado na tela a seguir:
Com o isometric snap ativado você poderá mudar de plano isométrico de acordo com sua necessidade, por exemplo: plano à direita (Right); plano da esquerda (Left) ou plano superior (Top). Quando tiver que alterar o plano na execução de um mesmo desenho, acione as duas teclas simultaneamente “CRTL+E” ou pressione a tecla “F5”. Cursor Isométrico.
Fonte: AutoCAD 2009
(Right) (Left) (Top).
Exemplo de perspectiva Isométrica com linhas retas: inclinadas a 30° à direita (Right) e esquerda (Left) e (Top) e vertical no AutoCAD:
Quando você necessitar de fazer uma circunferência na perspectiva isométrica, deverá utilizar o comando Ellipse e selecionar a opção Isocircle, digitando a letra ”i” para o modo isométrico, após especificar o centro da elipse,digite o raio do diâmetro desejado, como será demonstrado a seguir:
Exemplo de perspectiva isométrica do círculo nas três vista: frontal; superior e lateral.
Obs. Para se escrever em isométrica, digitar o comando “Dtext”, uma vez acionado o comando, especifique o primeiro ponto, a altura do texto e o ângulo de rotação, e aí sim insira o texto.
Os exemplos ao lado mostram Perspectivas isométricas de peça. Com circunferências de diversos Diâmetros.
VISTA FRONTAL
VISTA LATERAL
VISTA SUPERIOR
O Sistema de coordenadas
AutoCAD trabalha com o sistema de coordenadas cartesianas onde nos desenhos com duas dimensões (bidimensionais), que são definidos pelos eixos X e Y perpendiculares ou ortogonais entre si.
As coordenadas absolutas: são as coordenadas (x, y) de um ponto em relação à origem (0,0). O formato para uma coordenada absoluta é (X, Y).
Exemplos de coordenadas cartesianas absolutas:
Seleção dos objetos.
Fonte: RENDER multimídia
Os objetos depois de criados podem ser alterados com este comando, ou obter novos objetos a partir dos que já existem. Assim será necessário identificar os objetos que deseja editar, ou seja, você pode definir um conjunto de objetos, de acordo com sua necessidade.
Estes tipos de comandos de edição, quando clicamos para acioná-los, entram em modo de “Seleção de Objetos”, onde você pode definir o conjunto de elementos. Após a seleção dos objetos eles ficarão pontilhados confirmando que estão selecionados.
OBS.: Para exemplificar como seleciona um objeto, você terá que clicar em algum comando de edição, que peça uma seleção, por exemplo, o comando “Erase”.
Visualizar os modos de seleção de objetos:
(A) Faça a representação de alguns objetos na tela, para poder exemplificar a seleção dos objetos.
(B) Na barra de ferramentas “Modify” clique no ícone “Erase”.
(C) Leia na linha de comando que pede para você selecionar o objeto: ”select object”.
(D) No lugar de você clicar sobre o objeto, digite? E confirme com enter. Ver Figura a seguir:
(F) Na descrição abaixo estão às opções de seleção. Digite sua inicial para escolher uma delas, e em seguida confirme com enter.
Linha de comando com as opções de seleção.
Fonte: AutoCAD 2009
Default (point): Seleciona um objeto indicado pelo ponto, mas, se este for no vazio, ele será o 1°ponto de uma janela Windows ou crossing.
Windows: seleciona todos os objetos que estiverem dentro de uma janela cuja moldura é feita por uma linha contínua.
Last: Seleciona o ultimo objeto criado
Crossing: seleciona todos os objetos que estiverem contidos na janela, ou parcialmente dentro.
Box: Windows ou crossing automáticos. Quando o segundo ponto estiver a direita do primeiro, estará no modo Windows (retângulo contínuo). Ao contrário, estará no modo Crossing (retângulo tracejado)
All: seleciona todas as entidades do desenho.
Fence: seleciona todos os objetos que interceptam a poligonal definida
Wpolygon: seleciona todos os objetos do desenho que estiverem inteiramente contidos na área poligonal.
Cpolygon: seleciona todos os objetos do desenho que estiverem contidos totalmente ou parcialmente na área poligonal.
Group: seleciona todos os objetos que pertencem ao um grupo
Add: entra no modo de adição de objetos ao conjunto selecionado (default)
Remove: passa para o modo de remoção de objetos do conjunto de seleção.
Multiple: permite a seleção de objetos sem que os mesmos sejam “marcados”.
Previous: seleciona o último conjunto selecionado.
Undo: desfaz ou remove o último objeto selecionado.
Auto: ativa a seleção default do objeto, ou seja, você seleciona os objetos individualmente, mas, se o primeiro ponto for no vazio, este será o 1°ponto de uma janela Windows ou crossing.
Single: faz uma única seleção e sai do modo de seleção de objetos
16.2. Propriedades de um desenho:
Quando você quiser modificar as várias características das entidades, usa o comando “properties”. Essas características serão diferentes para cada tipo de entidade. Quando você apreender a criar textos, hachuras, dimensionamentos, etc. verão que a caixa de diálogo mostrada pelo comando “properties” será diferenciada para cada uma dessas entidades.
Fonte: RENDER multimídia
Padrões de linhas:
Na execução de desenhos ou projetos você deve aplicar os padrões de linha determinados pela ABNT, no AutoCAD para utilizá-los é necessário carregá-los conforme sua necessidade.
Para carregar um padrão de linha faça a seguinte seqüência:
(A) Na barra de ferramentas “Object Properties”, clique em “Line Type Control”
Barra de ferramentas “Object Properties”
B) Na caixa de diálogo “Layer& Line type Control”, Clique em others
C) Na caixa de diálogo Linetype Manager, clique em “Load”.
D) Você poderá selecionar mais de um tipo de linha, para isso pressione a tecla CTRL, para selecionar as linhas de interesse em qualquer ordem, ou SHIFT, para selecionar as linhas compreendidas no intervalo.
E) Clique em “OK”.
F) Na caixa de diálogo “Layer& Line type Control”, Clique em “OK”
Barra de ferramentas “Modify”:
Nesta barra “Modify”, você encontrará as ferramentas de você encontrará as de modificação e de construção de desenhos. Nela você verá os comandos mais simples de edição desta ferramenta.
Copy offset move rotate scale trim extend
Comandos simples da barra de ferramentas “Modify”
Comando “Move”:
Você pode deslocar os objetos selecionados da posição em que estiver, para outra de acordo com sua necessidade. Este comando sempre pedirá um ponto de referência e um deslocamento. Tanto o ponto base como o deslocamento podem ser fornecidos através do mouse ou do sistema de coordenadas absolutas, relativas ou polares para que o objeto seja movido para a nova posição desejada.
Fonte: RENDER multimídia
Para mover os objetos de posição faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Move”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Confirme o comando com enter no botão direito do mouse ou pressionando a tecla enter.
(D) Clique no ponto de referência que desejar.
(E) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem o deslocamento desejado e, automaticamente o objeto será deslocado.
Obs.: Vale lembrar que a partir desta etapa, não será mais repetido que o botão direito do mouse equivale à tecla enter quando você for confirmar um comando. Lembre-se também que esta seqüência de operação vale para encerrar um comando, o modo de seleção ou ainda repetir o comando anterior.
Comando “Copy”:
Quando quiser duplicar os objetos selecionados é este o comando que você vai usar. É parecido com o “move”, pois são solicitados os pontos de referência e o de deslocamento. Existe o recurso no subcomando “Multiple” onde poderá copiar varias vezes sem sair do comando.
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Copy”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Confirme o comando com enter no botão direito do mouse ou pressionado a tecla enter.
(D) Clique no ponto de referência que desejar.
(E) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem a posição do objeto a ser copiado e, automaticamente o objeto será reproduzido.
Copiar objetos repetidamente:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Copy”.
(B) Selecione os objetos.
(C) Você vai sair do modo de seleção de objetos clicando enter no botão direito do mouse ou pressionado a tecla enter.
(D) Digite “M” para ter acesso ao subcomando “Multiple”.
(E) Clique no ponto de referência que desejar. (F) Clique para marcar um ponto, ou digite as coordenadas que indiquem a posição do objeto a ser copiado e, automaticamente o objeto será reproduzido.
OBS: Você deverá clicar até obter o número de cópias do objeto quantas forem desejadas.
(H) Clique o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Copiar paralelas – comando “Offset”:
Fonte: RENDER multimídia
Este comando “Offset” cria cópias de um objeto posicionando-as paralelamente ao objeto original. Para criar estas paralelas, você precisará fornecer a distância da paralela ao objeto original e o lado que a paralela deverá ficar. No caso de objetos com linhas poligonais (fechados) a paralela poderá ficar do lado de dentro ou de fora do objeto original e, no caso de objetos com linhas abertas, a paralela poderá ficar em um dos lados do objeto original. O que torna este comando muito interessante, é que ele mantém as proporções paralelas mesmo que tenha que alterar seu tamanho.
Veja os exemplos do lado:
Para fazer Cópias paralelas:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Offset”.
(B) Digite a distância da paralela ao objeto original. Ou clique em qualquer lugar para marcar o primeiro ponto, em seguida clique novamente para marcar o segundo ponto. A distância entre estes dois pontos será à distância da paralela ao objeto original.
(C) Selecione o objeto original.
(D) Clique para marcar o lado da paralela.
(E) Selecione o objeto original.
(F) Clique para marcar o lado da paralela, repita sucessivamente até completar quantas paralelas forem necessárias.
(G) Você deverá clicar o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Rotacionando os objetos-Comando “Rotate”:
Este comando “Rotate” permite rotacionar um objeto em torno de um ponto e num determinado ângulo. Este ângulo poderá ser indicado pelo mouse ou digitado.
Para rotacionar um objeto- proceda da seguinte maneira:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Rotate”.
(B) Selecione o objeto.
(C) Clique o botão direito do mouse para sair do modo de seleção do objeto.
(D) Clique para marcar o ponto de referência. Esse ponto poderá ser em qualquer lugar, próximo ou não do objeto, pois o local do ponto de referência não interfere no ângulo de rotação e sim na posição final do objeto após a rotação.
(E) Digite o ângulo que você quer rotacionar ou clique o mouse para marcar um ponto. A linha elástica entre este ponto e o ponto de referência, define o ângulo de rotação tendo como ponto de partida o ângulo 0°. O objeto será automaticamente rotacionado.
Atente para o sentido de rotação: horário – negativo e anti-horário + positivo.
Mudança de Tamanho de Objetos - Comando “Scale”
Este comando “Scale” permite você alterar o tamanho dos objetos, ou seja, aplicar uma escala para eles. Esta escala poderá ser definida por um valor numérico ou através de dois pontos cuja distância em unidades, corresponde à escala.
Para alterar a mudança de Tamanho de Objetos faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Scale”.
(B) Selecione o objeto.
(C) Você deverá clicar o botão direito do mouse para sair do modo de seleção do objeto.
(D) Clique para marcar o ponto de referência.
(E) Digite um valor para a escala. Por exemplo: se você desejar reduzir o objeto pela metade, digite 0.5, se desejar duplicar o objeto, digite dois.
Aparador de Objetos - Comando “Trim”
Este comando “Trim” apara os excessos de linhas em um desenho, que estejam relacionados a um limite. Para cortar os excessos você terá que fornecer ao AutoCAD os objetos que funcionarão como “limite de corte”. A partir deste limite, o comando “Trim” apara os excessos dos objetos desde o ponto selecionado até o “limite de corte” especificado. Veja o exemplo de objetos aparados com “Trim”:
Fonte: RENDER multimídia
Para aparar Objetos faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Modify”, clique no comando “Trim”.
(B) Você deverá clicar o botão direito do mouse para confirmar o modo de seleção do objeto.
(C) Clique sobre objetos que você quer aparar, tirar os excessos.
(D) Você deverá clicar o botão direito do mouse para encerrar o comando.
Os pontos de referência “Object Snap”
Às vezes você precisa criar um objeto com exata precisão em posição a outro,
Por exemplo, você pode querer fazer uma linha vertical no meio de uma linha horizontal com precisão, para formar uma linha perpendicular.
AutoCAD possui recursos dos pontos de referência chamada “Object Snap”. Esta expressão significa prender ou agrupar objetos. Existem várias maneiras de prender os objetos uns aos outros, facilitando a construção com precisão de representações digitais.
A barra de ferramentas “Object Snap”
Para visualizar a barra de ferramentas “Object Snap”:
(“A) “clique na barra de ferramenta “draw” ou “modify” com o botão direito do mouse, será apresentada a caixa de diálogo” Toolbars”.
(B) Selecione a barra de ferramentas “Object Snap”. Automaticamente a barra será exibida.
Barra de ferramentas “Object Snap”
A seguir uma descrição das opções das ferramentas “Object Snap”
Fonte: RENDER multimídia
Tracking: especifica a distâncias a partir de um ponto de referência.
Snap From: Ao clicar um ponto qualquer, essa opção solicita uma distância, em coordenadas relativas, partindo deste ponto inicial. Você utilizará essa opção para definir um ponto a partir de outro quando conhecer a coordenada.
Endpoint: Localiza a extremidade mais próxima do objeto, por exemplo, uma reta, um arco...
Midpoint: Localiza o ponto médio de um objeto, por exemplo, uma reta, um arco...
Intersection: Localiza o ponto de intersecção entre dois objetos.
Apparent Intersect: Localiza a intersecção aparente entre dois objetos que só irão se cruzar se pelo menos um for estendido.
Center: Localiza o centro de um arco ou círculo. Para marcar este ponto clique sobre o arco ou sobre o círculo.
Quadrant: Localiza os pontos de interseção dos eixos x (horizontal) e y (vertical) com a circunferência, definindo quatro setores, os quais denominamos de quadrantes.
Tangent: Identifica um ponto sobre o círculo ou arco ou elipses de forma que a linha elástica do mouse tangencie esses objetos.
Perpendicular: Identifica um ponto de maneira que a linha elástica do mouse fique perpendicular ao objeto indicado.
Insert: Identifica o ponto de inserção de um texto ou bloco.
Node: Localiza um ponto exatamente sobre a posição do objeto ”Point” desenhado.
Nearest Quick: Localiza um ponto do objeto que esteja mais próximo ao ponto especificado.
None: essa opção cancela qualquer opção de “Object Snap” ativa.
A barra de ferramentas “Dimension”
Para exibir a barra de ferramentas “Dimension” faça o seguinte:
(“A) “clique em qualquer na barra de ferramenta com o botão direito do mouse, será apresentada a caixa de diálogo” Toolbars”.
(B) Selecione a barra de ferramentas “Dimension”. Automaticamente a barra será exibida.
Linear Aligned Radius Diameter Angular Tolerance Center Mark
Dimensionamento Linear:
Este dimensionamento é o mais simples. Com auxilio dele, você poderá criar dimensões lineares nos sentidos verticais e horizontais. Vela os exemplos:
Para criar um Dimensionamento Linear:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Linear Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com o botão esquerdo.
Dimensionamento Alinhado:
O dimensionamento alinhado você utiliza quando for dimensionar linhas inclinadas, pois este dimensionamento será sempre paralelo ao elemento dimensionado.
Fonte: RENDER multimídia
Para criar um Dimensionamento Alinhado faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Aligned Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com botão esquerdo.
Dimensionamento de Raio:
Este dimensionamento você utilizará para criar dimensões que indicarão raios de círculos e arcos.
Para criar um Dimensionamento de Raio faça o seguinte:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Radius Dimension”.
(B) Selecione o arco ou círculo que você quer dimensionar.
(C) Arraste o mouse para definir a posição da linha de dimensionamento e confirme com o botão esquerdo.
(D) Arraste o mouse para definir a posição da linha de dimensionamento.
Fonte: RENDER multimídia
Dimensionamento Angular:
O dimensionamento de angular indica o ângulo entre duas entidades.
Fonte: RENDER multimídia
Para criar um Dimensionamento Angular faça:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Angular Dimension”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento e confirme com botão esquerdo.
Dimensionamento da Marca de Centro:
Para criar um Dimensionamento da Marca de Centro:
(A) Na caixa de ferramentas “Dimension”, clique no botão “Center Mark”.
(B) Clique com o botão direito do mouse.
(C) Selecione o elemento que você quer dimensionar.
(D) Arraste o mouse paralelo ao elemento e a seguir defina a posição da linha de dimensionamento.
Desenho de Camadas:
Este comando “Layers” (Camadas) você definirá planos de trabalho. Como se comparasse um layer como uma folha de papel transparente.
Os layers definidos estariam compondo um pacote de folhas, onde você poderia desenhar em qualquer folha. Um exemplo de aplicação deste recurso é a utilização de layers para separar contextos de um projeto, na mecânica no projeto de um redutor, você pode ter um layer para eixos, outro para rolamentos, outro para engrenagens, outra com todas as cotas, etc..
Criar novas Camadas:
Toda vez que você abrir um desenho novo em AutoCAD, tudo que for desenhado entrará automaticamente na camada “0”. Assim tudo que não tiver definição pertencerá ao layer “0”.
Para criar novas Camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Na caixa de diálogo apresentada ao lado, clique “New”. Na lista de layers, será acrescentado o campo “Layer1”,para você digitar um novo nome para este layer.
(C) Para cada layer poderá ter um nome com no máximo com 31 caracteres, podendo ser formado por letras, números, caractere sublinhado, hífen, ou sinal de cifrão ($), mas não poderá ter espaços em branco. Exemplo: digite linha-de-simetria e confirme com enter.
(D) Clique no botão “OK” ou set current ou (alt+c)
Associação de uma Cor e um Linetype ao Layer:
Os layers criados servem para facilitar a apresentação de seu trabalho. Após a criação do layer, todas as linhas de simetria de um desenho pertencerão ao layer “Linha de simetria”. Você atribuirá uma cor e um padrão de linha para este novo layer e, quando quiser mudá-los não necessitará fazer isso para cada linha de simetria. É mudar a cor ou o padrão de linha do layer que automaticamente todos os objetos pertencem a esse layer imediatamente serão atualizados.
Para definir uma nova cor para o Layer faça :
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Clique no quadrinho preto que indica a cor do layer “Linha de simetria”, Aparecerá a caixa de diálogo “select color”.
(C) Nesta caixa “select color”, clique sobre uma cor.
(D) Clique no botão “OK” Você retornará para a caixa de diálogo “Layers Properties”
Para definir um padrão de linha para o Layer faça:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique novamente em “Layers”
(B) Na caixa de diálogo “Layers Properties”, selecione o linetype que você deseja,caso não esteja disponível, clique no botão “Load” e carregue-o.
(C) clique em um linetype para defini-lo com padrão para seu layer “linha de simetria”.
(D) Clique no botão “OK” Você retornará para a caixa de diálogo “Layers Properties”
Propriedades dos Layers:
No AutoCAD estão disponíveis seis opções que controlam o estado das camadas:
On/Off; Thaw/Freeze; Lock/Unlock
Layers Ligados ou Desligados (On / Off):
Para ligar e desligar as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer desligar não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique na lâmpada amarela que indica se o layer esta “On” (Ligado) ou “Off” (desligado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Fonte: RENDER multimídia
Layers Congelados / Liberados (Freeze / Thaw):
Para congelar ou liberar as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer congelar não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique no símbolo amarelo que indica se o layer esta “Freeze” (Congelado) ou “Thaw” (Liberado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Layers Bloqueado / Desbloqueado (Lock/ Unlock):
Para Bloquear ou Desbloquear as camadas faça:
(A) Clique na barra de ferramentas “Objects Properties”, e clique no botão “Properties”
(B) Verifique se a camada que você quer Bloquear não está corrente. Se estiver, mude a camada corrente.
(C) Clique no cadeado que indica se o layer esta “Lock” (Congelado) ou “Unlock” (Desbloqueado)
(D) Clique no “X” (close) para sair da caixa de diálogo.
Lâmpada Símbolo Cadeado Quadrado
Perspectivas Isométricas:
Você não precisa utilizar dos recursos em 3D para se ter uma idéia de um objeto representado tridimensional, para isso basta utilizar das perspectivas isométricas, que no AutoCAD fica simples executarem.
Como iniciar uma Perspectiva Isométrica:
Para se ter acesso a perspectiva isométrica, deve ativar o comando Tools e em seguida ativar Drafting Settings como mostrado na tela ao abaixo:
Na seqüência aparecerá a caixa de diálogo Drafting Settings, deve acionar Snap and Grid, e selecionar Isometric snap como demonstrado na tela a seguir:
Com o isometric snap ativado você poderá mudar de plano isométrico de acordo com sua necessidade, por exemplo: plano à direita (Right); plano da esquerda (Left) ou plano superior (Top). Quando tiver que alterar o plano na execução de um mesmo desenho, acione as duas teclas simultaneamente “CRTL+E” ou pressione a tecla “F5”. Cursor Isométrico.
Fonte: AutoCAD 2009
(Right) (Left) (Top).
Exemplo de perspectiva Isométrica com linhas retas: inclinadas a 30° à direita (Right) e esquerda (Left) e (Top) e vertical no AutoCAD:
Quando você necessitar de fazer uma circunferência na perspectiva isométrica, deverá utilizar o comando Ellipse e selecionar a opção Isocircle, digitando a letra ”i” para o modo isométrico, após especificar o centro da elipse,digite o raio do diâmetro desejado, como será demonstrado a seguir:
Exemplo de perspectiva isométrica do círculo nas três vista: frontal; superior e lateral.
Obs. Para se escrever em isométrica, digitar o comando “Dtext”, uma vez acionado o comando, especifique o primeiro ponto, a altura do texto e o ângulo de rotação, e aí sim insira o texto.
Os exemplos ao lado mostram Perspectivas isométricas de peça. Com circunferências de diversos Diâmetros.
VISTA FRONTAL
VISTA LATERAL
VISTA SUPERIOR
O Sistema de coordenadas
AutoCAD trabalha com o sistema de coordenadas cartesianas onde nos desenhos com duas dimensões (bidimensionais), que são definidos pelos eixos X e Y perpendiculares ou ortogonais entre si.
As coordenadas absolutas: são as coordenadas (x, y) de um ponto em relação à origem (0,0). O formato para uma coordenada absoluta é (X, Y).
Exemplos de coordenadas cartesianas absolutas:
REPRESENTAÇÃO DIGITAL
6-) REPRESENTAÇÃO DIGITAL
A Representação Digital é a aplicação da computação gráfica na execução de atividades diversas nas empresas, nas firmas, nas repartições, etc.
Essa expressão “Computer Graphics” em inglês traduzido para português como “Computação Gráfica” se aplica à utilização do computador para transformar dados em representações gráficas, ela foi criada na Boeing, por Verne I. Hudson em 1959 num projeto em que ele coordenava.
A ISO (International Standards Organization) define esta expressão como sendo o conjunto de métodos e técnicas para conversão de dados e para dispositivos gráficos através do computador.
A computação gráfica é o resultado de muitos anos de pesquisa e desenvolvimento com a tecnologia da informática, e nas áreas de engenharia eletrônica e mecânica.
O instituto de tecnologia dos Estados Unidos MIT (Massachusetts Institute of Tecnology. USA), em 1950 desenvolveu o primeiro terminal de vídeo com controle por computador, este tinha capacidade de gerar figuras simples.
A computação gráfica interativa que utilizamos hoje foi Ivan Sutherland que em sua tese de doutorado lançou este tipo de trabalho. Neste sistema ele utilizou conceitos de símbolos com um objeto que poderia ser movido, copiado, etc. utilizou o teclado e a caneta ótica para indicar pontos, gerar desenhos, escolher comandos, etc.
A utilização desta tecnologia veio para facilitar a troca de informações entre o homem e o computador, assim a representação digital como CAD / CAM, são exemplos de sua aplicação.
Os termos CAD e CAM surgiram, respectivamente, das abreviações de Computer-Aided Design e Computer-Aided Manufacturing. Assim utilizamos esta expressão nas áreas de representação digital, na automação e robótica. A tradução de CAD por DAC ou PAC (Desenho ou Projeto Auxiliado por Computador) e CAM por MAC (Manufatura auxiliada por Computador).A utilização em inglês é a mais usual, em função de ser conhecida mundialmente.
CAD que vamos utilizar a princípio é o AutoCAD, ele é o sistema que mais vendeu no mundo, permitem desenvolver projetos, desenhos de forma muito rápida e precisa, este é produzido por AUTODESK Inc., uma empresa americana que desde 1982 quando lançou sua primeira versão, até aos dias de hoje busca sempre melhorar e atender as necessidades dos seus usuários.
Ao escolher o AutoCAD como o sistema de representação digital terá um suporte nos aspectos de troca de desenhos e projetos entre as empresas e as unidades escolares, uma maior atualização profissional para seus usuários, preparando-os para o mercado de trabalho. A tela abaixo mostra o AutoCAD Classic.
Navegador de menu ( Menu Browser)
Tela de abertura
Barra de Título Barra de menus Barra de ferramentas padrão
Barra de ferramentas “Propriedades”
Barras de ferramentas “Draw”
Barras de ferramentas “Modify”
L Linha de comando Linha de status Barra de rolagem
Tela de abertura de AutoCAD 2009
A Simplificação desta tela pode ser elaborada de acordo com sua necessidade, pois estas barras de ferramentas são flutuantes, assim você poderá colocá-las em qualquer lugar desta tela do AutoCAD.
Para deixarmos as barras exibidas ou ocultá-las procederemos da seguinte maneira: vamos destravar o cadeado desta barra de status e selecionar a função all unlocked
Conforme mostrado a seguir:
As barras de ferramentas que já estão na tela passarão a ser flutuantes, conforme mostrados abaixo:
Fonte: AutoCAD 2009
Para movimentar estas barras, é só clicar na borda da ferramenta, mantendo o mouse pressionado e arraste conforme, por exemplo, na tela inicial mostrada acima na página 2.
Tecla de F no teclado com a Barra de Status
Coordenadas F6 F9 F7 F8 F10 F3 F11
F1 Help
F2 Carrega a tela de texto
F3 Aciona o quadro Drafting settings OSNAP (comandos de ancoragem)
F4 Aciona a mesa digitalizadora se houver. (Comando TABLET)
F5 Controle do ISOPLAN planos isométricos
F6 Controlador de coordenadas
F7 Ativa e desativa o GRID
F8 Ativa e desativa o ORTHO
F9 Ativa e desativa o SNAP
F10 Ativa e desativa o POLAR Tracking (exibe a posição corrente em coordenadas polares)
F11 Ativa e desativa o SNAP Tracking (exibe as projeções em relação aos snaps vigentes)
LWT Ativa e desativa o line weigth trace (exibe a espessura corrente pré determinada)
MODE Controla o uso do modo MODEL space ou paper space
Comando ORTHO (F8) Trava o cursor do eixo ortogonal, permitindo traçar linhas horizontais, verticais ou perpendiculares com perfeita exatidão mantendo o alinhamento.
Comando GRID (F7) Cria a malha de pontos imaginários na tela gráfica.
Comando SNAP (F9) Permite um deslocamento ajustável do cursor, dependendo ou não da marcação do GRID, dele ligado ou desligado.
Comando REGEN Provoca uma regeneração no desenho, recalculando todas as entidades matemáticas contidas no desenho.
Comando LIMITS Define os limites da área de trabalho é necessário, pois auxilia a regeneração da imagem. Quando adotamos o GRID, o AutoCAD usa a área delimitada pelo comando limits para posicionar o grid.
Teclas importantes
ESC cancela o comando ativo – CANCEL
ENTER Confirma a maioria dos comandos e ativa o último comando realizado.
Botões do MOUSE: O botão esquerdo é o botão de seleção do mouse.
O botão do meio (se houver e estiver configurado) + a tecla CTRL ativa o comando OSNAP.
O botão direito em cima dos botões da barra de status aciona a caixa de diálogo DSETTINGS.
O botão direito do mouse + CTRL ativa o comando SNAP
Unidade de trabalho: Quando tivermos uma distância entre dois pontos, por exemplo, de 10 unidades, o AutoCAD interpreta como se fosse adimensional, ou seja, podem ser 10 mm, 10 cm, 10 km, etc.
Símbolos especiais: Alguns símbolos ou caracteres especiais podem ser introduzidos nas edições de textos executados no AutoCAD através de combinações de teclas. As principais são descritas abaixo:
%%C símbolo de diâmetro (Ø);
%%D símbolo de grau (°);
%%P símbolo de (±)
Standard
New (File > New) Cria um novo desenho. NEW DRAWING NAME - Especifica o nome do desenho a ser criado.
Open (File > Open) Abre um desenho já executado.
Save (File >Save) Salva o rascunho (Template) corrente. Se não foi dado o nome para o desenho, o AutoCAD pedirá o nome.
Save As (File > Save as) Tem a mesma função da função SAVE, salvar um desenho. Com a diferença de lhe perguntar o nome do desenho antes de salvá-lo. OBS.: Esse comando é principalmente utilizado para preservar o desenho já existente e renomeando com outro nome ou outro local.
UNDO. Desfaz o último comando, para alguns comandos serve para desfazer a seleção, para o comando line especificamente dentro do seu comando ativo defaz o último segmento de reta sucessivamente.
REDO. Refaz somente o último comando desfeito pelo comando UNDO.
PLOT (File>Plot) Envia o desenho para que seja impresso em uma impressora gráfica ou plotter (Impressora de grande porte)
Criando representação digital básica
Na barra de ferramentas DRAW, você encontra as ferramentas para desenho, nela estão contidos os ícones de linhas, círculos, arcos, retângulos, elipses, etc.
Line Construction Line Polyline Polygon Rectangle Arc
Spline Ellipse Hatch Text
Barra de ferramentas “DRAW”
Para acessar o comando line é só verificar as opções ao lado, pode ser pelo ícone da barra de ferramentas “Draw”
Via teclada digitando line ou somente a letra L, e ainda Linhas: l
Fonte: RENDER Multimídia
Command: LINE
Specify first point: P1 (Clique com o botão esquerdo um ponto na tela)
Specify next point or [Undo]: P2
Specify next point or [Undo]: Para confirmar a linha tecle
P1 P2
Linhas Auxiliares: Dois tipos de linhas auxiliares existem para serem utilizadas como referência: a linha “Construction Line”, que é uma linha infinita que se estende nas duas direções, e a linha “Ray” que também é infinita, mas a diferença é que esta começa em um ponto clicado na tela.
Constrution Line:
Fonte: AutoCAD 2009
Para desenhar uma linha auxiliar o procedimento é o seguinte:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no command “Construction Line”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o primeiro ponto.
(C) Clicar para marcar o próximo ponto que vai definir a direção da linha infinita. A linha infinita terá como referência esses dois pontos, mas vai se estender nas duas direções.
(D) Clicar de novo para criar outra linha, assim definirá sua direção. Continuando neste procedimento poderá criar quantas linhas infinitas que desejar.
(E) Para confirmar o comando é só clicar o botão direito do mouse ou a tecla enter.
Fonte: RENDER multimídia
Pode-se também utilizar os subcomandos da linha auxiliar “Construction Line”:
Hor: Representação digital de linhas horizontais.
Ver: Representação digital de linhas verticais.
Angle: Representação digital de linhas em ângulo dimensionado.
Bisect: Representação digital de linhas dividindo o ângulo em dois ângulos iguais.
Offset: Representação digital de linhas paralelas as outras linhas já representadas.
Ray:
Para desenhar uma linha auxiliar o procedimento é o seguinte:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Ray”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o ponto onde a linha infinita terá o seu início.
(C) Clicar no próximo ponto por onde a linha deverá passar definindo assim a direção da linha infinita.
Fonte: RENDER multimídia
Círculos:
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Circle”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o ponto do central do círculo.
(C) Clicar no próximo ponto que poderá ser o raio ou diâmetro do círculo a ser representado ou digitar o valor desejado.
Pode-se também utilizar um dos subcomandos da linha auxiliar “Circle”:
• Center/Radius: Neste subcomando digitaremos o centro e o raio do círculo.
• Center/Diameter: Neste subcomando digitaremos o centro e o diâmetro do círculo.
• 2 points: Clicar em dois pontos que representem o diâmetro do círculo.
• 3 points: Clicar em três pontos que definam o círculo, pois em três pontos passa um único círculo ou circunferência.
• Tan, Tan, Radius: Neste subcomando clicaremos os dois pontos que o círculo irá tangenciar e digita-se o raio.
• Tan, Tan, Tan: Neste subcomando clicaremos três pontos que o círculo irá tangenciar.
Arcos: Para representar os arcos há onze maneiras. Elas utilizam várias combinações de alguns componentes do arco.
Fonte: AutoCAD 2009
Componentes de um arco:
S – Start – Início C – Center – Centro A – Angle – Ângulo
E – End – Fim L – Lenght – Comprimento
R – Radius – Raio D – Direction
Para representar um arco simples faça o seguinte:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” escolha o comando “arc.” e clique no subcomando “3POINTS”. Ver a figura ao lado:
(B) Selecione um Subcomando
“Start, Center, End”.
“Start, Center, Angle”.
“Start, Center, Length”.
“Start, End, Angle”.
“Start, End, Direction”.
“Start, End, Radius”.
“Center, Start, End”.
“Center, Start, Angle”.
“Center, Start, Length”.
“Continue”.
(C) Digite os dados solicitados.
OBS.: Convenção para sentido positivo de ângulos.
Para traçar arco convexo, iniciar, por exemplo, no 0° e terminar no 180°.
Para traçar arco côncavo, iniciar, por exemplo, no 180° e terminar no 360°.
Elipses:
Através dos eixos.
Para desenhar elipses através dos eixos:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Na barra de ferramentas “draw”, clique no comando “elipse” e a seguir no subcomando “Axis, End”.
(B) Clique para marcar o ponto 1 do eixo principal.
(C) Clique para marcar o ponto 2 do eixo principal.
(D) Clicar no ponto 3 para definir o comprimento do semi-eixo em relação ao centro da elipse.
Arcos de Elipse.
Para desenhar arcos de elipses:
(A) Na barra de ferramentas “Draw”, clicar no comando “elipse” e a seguir no subcomando “Elliptical arc.”
(B) Clique para marcar o ponto 1 do eixo principal.
(C) Clique para marcar o ponto 2 do eixo principal.
(D) Clique no ponto 3 para definir o comprimento do semi-eixo em relação ao centro da elipse.
(E) Clique no ponto 4 para marcar o início do arco.
(F) Clique no ponto 5 para marcar o final do arco ou digite o ângulo para defini-lo.
Splines:
Splines são curvas passam por pontos determinados obedecendo a certa tolerância.
Fonte: AutoCAD 2009
Para desenhar Splines faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Spline”.
(B) Clique para marcar o ponto 1 da spline.
(C) Clique para marcar o ponto 2 da spline.
(D) Clique no ponto 3 da spline e assim sucessivamente.
(E) Para confirmar é só clicar o botão direito do mouse, ou teclar enter. Uma linha elástica aparecerá para você determinar a tangente à curva no ponto inicial.
(F) Clicar para definir o primeiro ponto tangente ou confirmar com enter para que o AutoCAD possa definir a direção da curva tomando como base sua forma.
(G) Clicar para definir o segundo ponto tangente à curva em seu ponto final ou confirmar com enter para que o AutoCAD possa definir sua direção.
Opções do comando Spline:
• Close: fecha a spline, unindo seu ponto final ao inicial. Após esta operação de fechar a spline, você poderá definir a tangente em seu ponto de fechamento.
• Fit tolerance: É um valor que quando for diferente de zero, faz com que a spline não passe exatamente pelos pontos especificados.
Polígonos:
Retângulos:
Fonte: RENDER multimídia
Para desenhar retângulos faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Rectangle”.
(B) Clique para marcar um vértice do retângulo (ponto 1).
(C) Clique para marcar no vértice oposto do ao escolhido (ponto 2) .
(D) Para repetir este comando, clicar o botão direito do mouse e confirmar a opção com enter.
Retângulos com chanfros: Para desenhar retângulos com chanfros, realize o seguinte procedimento:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
(B) Selecione a opção “Chamfer”, digitando: C e confirme com enter.
(C) Digite o valor do primeiro chanfro e confirme com enter.
(D) Digite o valor do segundo chanfro e confirme novamente com a tecla enter. Para chanfros com ângulo igual a 45°, o valor do segundo chanfro será igual ao primeiro.
(E) Clique em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(F) Clique em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo, conforme os exemplos mostrados logo acima:
Retângulos com cantos arredondados: Para desenhar retângulos com cantos arredondados tem-se o seguinte procedimento:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
B) Selecione a opção “Fillet”, digitando: F e confirmar com enter.
(C) Digite o valor do raio e confirme com enter.
(D) Clicar em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(E) Clicar em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo
Retângulos com espessuras:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
(B) Selecione a opção “Width”, digitando: W e confirme com enter.
(C) Digite o valor da espessura e confirme com enter.
(D) Clique em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(E) Clique em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo, conforme os exemplos mostrados logo acima:
Polígonos Regulares:
Sextavado inscrito ou circunscrito:
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polygon”.
B) Digite o número de lados e confirme com enter.
(C) Clique o primeiro ponto o qual será o centro do polígono.
(E) Digite I para fazer um polígono inscrito, ou seja, o raio vai do centro até um dos vértices do polígono, ou digite C para fazer um polígono circunscrito, o raio vai do centro até a metade de um dos lados do polígono.
(F) Clique num ponto ou digite o valor referente ao raio da circunferência
(G) Na figura acima: lado esquerdo é Inscrito e o da direita é circunscrito.
Sextavado com tamanho do lado:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polygon”.
B) Digite o número de lados e confirme com enter.
(C) Para definir o tamanho do lado do polígono digite E que acessa o subcomando ”Edge”, e confirme com a tecla enter
(F) Clique na para marcar o primeiro ponto.
(G) Clique para marcar o segundo ponto ou digite a distância desejada (exemplo; @10,0).
Polilinha:
Fonte: AutoCAD 2009 Fonte: RENDER multimídia
Com este comando “Polyline” você pode executar uma seqüência múltipla de linhas e arcos. E para tanto precisamos saber a diferença entre Linha e uma polilinha.
As Linhas podem ser executadas em seqüência, porém são segmentos independentes. Você poderá, por exemplo, mover, apagar, qualquer segmento da seqüência de linhas e verificar que os demais não sofrem alterações.
As polilinhas também podem ser criadas em seqüência, mas são segmentos dependentes. Se você apagar um único segmento de uma polilinha, verá que todos serão selecionados e apagados. Outra característica da polyline é que elas podem ter espessura continua ou variável. Ao passo que a linha só poderá ser espessa se for transformada em polilinha.
Para criar uma Polilinha:
Para desenhar polilinhas faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(D) Se você quiser desfazer o ponto anterior, terá que acessar o comando “Undo”, para isso digite U e confirme com enter.
(E) Para repetir o comando, pressionar o botão direito do mouse e confirme com o botão esquerdo (enter) ou clique Enter no teclado.
Para fechar uma Polilinha:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(D) Para fechar a polilinha você terá que ativar a opção “Close”, digitando “C” e confirmando com enter.
Subcomandos do comando “Polyline”
Arc.: Passa de linhas para seqüência de arcos
• Close: Fecha uma seqüência de segmentos do primeiro ao último ponto dado.
• Halfwidth: Define a meia espessura da polilinha
• Lenght: Cria um novo segmento cujo comprimento você define, na mesma direção do segmento anterior.
• Undo: Desfaz o ponto anterior da polilinha.
• Width: Define a espessura da polilinha.
Polilinha com espessura:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “width”, digite: W e confirme com enter.
(E) Digite um valor para a espessura inicial e confirme com enter.
(F) Digite um valor para a espessura final confirme com enter.
(G) Digite um valor para a espessura inicial e confirme com enter. Se você não alterar a espessura do início ao fim ela fica a mesma.
(H) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(I) Se por acaso você errar ou quiser refazer o ponto anterior, acesse o comando “Undo”, digite: U e confirme com enter.
(J) Se por acaso você no meio do desenho quiser alterar a espessura digite W para de novo ter acesso ao comando “Width”.
(K) Para finalizar, clique o botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
Veja aplicação a seguir:
Polilinha com três segmentos:
Primeiro com espessura inicial = 0 e final =50
Segundo com espessura inicial e final = 10
Terceiro com espessura inicial =50 e final = 0
Polilinha com meia espessura:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “Halfwidth”, digite: H e confirme com enter.
(E) Digite um valor para da meia espessura inicial e confirme com enter.
(F) Digite um valor para da meia espessura final confirme com enter.
(G) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(H) Para finalizar, clique com botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
Polilinha em arco:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “Arc.”, digite: A e confirme com enter.
(E) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(F) Digite as iniciais ou letras maiúsculas dos subcomandos para acessá-las.
(G) Para finalizar, clique o botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
(H) Para repetir o comando, pressione o botão direito do mouse e confirme com o botão esquerdo (enter) ou dar Enter no teclado.
Exemplo de polilinha em arcos:
Opções de subcomando “Arc.”
Angle: especifica o ângulo do arco.
CEnter: especifica o centro do arco.
CLose: fecha a seqüência de arcos
Direction: especifica a direção do arco.
Halfwidth: especifica a meia espessura do arco.
Line: especifica a volta da polilinha em linhas.
Radius: especifica o raio do arco
Second PT: especifica o segundo ponto por onde o arco irá passar.
Undo: desfaz o último ponto do arco
Width: especifica a espessura da polilinha
Modificação de Polilinha:
A) Na barra de MENU “MODIFY” clique o comando “Object” e na seqüência o subcomando “polyline”.
(B) Selecione a polilinha a ser modificada.
(C) Na linha de comandos, serão apresentados os subcomandos de polilinhas para se poder alterá-las.
• Close: une o primeiro ao último vértice da polilinha. Se você optar por esse subcomando, ele será substituído pelo subcomando “Open” que “abre” a polilinha apagando o último segmento.
• Join: uni duas ou mais polilinhas que estejam conectadas, transformando-as em apenas uma.
• Width: define a espessura da polilinha.
• Fit: transforma a polilinha em arcos cujos pontos iniciais e finais são os mesmos dos segmentos da polilinha.
• Spline: transforma a polilinha em uma spline.
• Decurve: transforma os segmentos curvos da polilinha em segmentos lineares.
• Linetype gen: controla o modo como os linetypes que não são contínuos ficam na polilinha.
• Exit: sai do comando.
• Edit vertex: altera os vértices da polilinha, apresentando as seguintes opções:
• Exit: seleciona o próximo vértice.
Previous: seleciona o vértice anterior.
Break: disponibiliza uma opção para selecionar os vértices. Digitando a letra G a polilinha é quebrada no vértice selecionado.
Insert: inseri um vértice à polilinha.
Move: move o vértice selecionado.
Regen: regenera a polilinha.
Straighten: transforma o segmento reto após o vértice selecionado em segmento linear.
Tangent: muda a direção da tangente do vértice selecionado.
Width: altera a espessura da polilinha após o vértice selecionado.
Exit: sai da edição de vértices.
A Representação Digital é a aplicação da computação gráfica na execução de atividades diversas nas empresas, nas firmas, nas repartições, etc.
Essa expressão “Computer Graphics” em inglês traduzido para português como “Computação Gráfica” se aplica à utilização do computador para transformar dados em representações gráficas, ela foi criada na Boeing, por Verne I. Hudson em 1959 num projeto em que ele coordenava.
A ISO (International Standards Organization) define esta expressão como sendo o conjunto de métodos e técnicas para conversão de dados e para dispositivos gráficos através do computador.
A computação gráfica é o resultado de muitos anos de pesquisa e desenvolvimento com a tecnologia da informática, e nas áreas de engenharia eletrônica e mecânica.
O instituto de tecnologia dos Estados Unidos MIT (Massachusetts Institute of Tecnology. USA), em 1950 desenvolveu o primeiro terminal de vídeo com controle por computador, este tinha capacidade de gerar figuras simples.
A computação gráfica interativa que utilizamos hoje foi Ivan Sutherland que em sua tese de doutorado lançou este tipo de trabalho. Neste sistema ele utilizou conceitos de símbolos com um objeto que poderia ser movido, copiado, etc. utilizou o teclado e a caneta ótica para indicar pontos, gerar desenhos, escolher comandos, etc.
A utilização desta tecnologia veio para facilitar a troca de informações entre o homem e o computador, assim a representação digital como CAD / CAM, são exemplos de sua aplicação.
Os termos CAD e CAM surgiram, respectivamente, das abreviações de Computer-Aided Design e Computer-Aided Manufacturing. Assim utilizamos esta expressão nas áreas de representação digital, na automação e robótica. A tradução de CAD por DAC ou PAC (Desenho ou Projeto Auxiliado por Computador) e CAM por MAC (Manufatura auxiliada por Computador).A utilização em inglês é a mais usual, em função de ser conhecida mundialmente.
CAD que vamos utilizar a princípio é o AutoCAD, ele é o sistema que mais vendeu no mundo, permitem desenvolver projetos, desenhos de forma muito rápida e precisa, este é produzido por AUTODESK Inc., uma empresa americana que desde 1982 quando lançou sua primeira versão, até aos dias de hoje busca sempre melhorar e atender as necessidades dos seus usuários.
Ao escolher o AutoCAD como o sistema de representação digital terá um suporte nos aspectos de troca de desenhos e projetos entre as empresas e as unidades escolares, uma maior atualização profissional para seus usuários, preparando-os para o mercado de trabalho. A tela abaixo mostra o AutoCAD Classic.
Navegador de menu ( Menu Browser)
Tela de abertura
Barra de Título Barra de menus Barra de ferramentas padrão
Barra de ferramentas “Propriedades”
Barras de ferramentas “Draw”
Barras de ferramentas “Modify”
L Linha de comando Linha de status Barra de rolagem
Tela de abertura de AutoCAD 2009
A Simplificação desta tela pode ser elaborada de acordo com sua necessidade, pois estas barras de ferramentas são flutuantes, assim você poderá colocá-las em qualquer lugar desta tela do AutoCAD.
Para deixarmos as barras exibidas ou ocultá-las procederemos da seguinte maneira: vamos destravar o cadeado desta barra de status e selecionar a função all unlocked
Conforme mostrado a seguir:
As barras de ferramentas que já estão na tela passarão a ser flutuantes, conforme mostrados abaixo:
Fonte: AutoCAD 2009
Para movimentar estas barras, é só clicar na borda da ferramenta, mantendo o mouse pressionado e arraste conforme, por exemplo, na tela inicial mostrada acima na página 2.
Tecla de F no teclado com a Barra de Status
Coordenadas F6 F9 F7 F8 F10 F3 F11
F1 Help
F2 Carrega a tela de texto
F3 Aciona o quadro Drafting settings OSNAP (comandos de ancoragem)
F4 Aciona a mesa digitalizadora se houver. (Comando TABLET)
F5 Controle do ISOPLAN planos isométricos
F6 Controlador de coordenadas
F7 Ativa e desativa o GRID
F8 Ativa e desativa o ORTHO
F9 Ativa e desativa o SNAP
F10 Ativa e desativa o POLAR Tracking (exibe a posição corrente em coordenadas polares)
F11 Ativa e desativa o SNAP Tracking (exibe as projeções em relação aos snaps vigentes)
LWT Ativa e desativa o line weigth trace (exibe a espessura corrente pré determinada)
MODE Controla o uso do modo MODEL space ou paper space
Comando ORTHO (F8) Trava o cursor do eixo ortogonal, permitindo traçar linhas horizontais, verticais ou perpendiculares com perfeita exatidão mantendo o alinhamento.
Comando GRID (F7) Cria a malha de pontos imaginários na tela gráfica.
Comando SNAP (F9) Permite um deslocamento ajustável do cursor, dependendo ou não da marcação do GRID, dele ligado ou desligado.
Comando REGEN Provoca uma regeneração no desenho, recalculando todas as entidades matemáticas contidas no desenho.
Comando LIMITS Define os limites da área de trabalho é necessário, pois auxilia a regeneração da imagem. Quando adotamos o GRID, o AutoCAD usa a área delimitada pelo comando limits para posicionar o grid.
Teclas importantes
ESC cancela o comando ativo – CANCEL
ENTER Confirma a maioria dos comandos e ativa o último comando realizado.
Botões do MOUSE: O botão esquerdo é o botão de seleção do mouse.
O botão do meio (se houver e estiver configurado) + a tecla CTRL ativa o comando OSNAP.
O botão direito em cima dos botões da barra de status aciona a caixa de diálogo DSETTINGS.
O botão direito do mouse + CTRL ativa o comando SNAP
Unidade de trabalho: Quando tivermos uma distância entre dois pontos, por exemplo, de 10 unidades, o AutoCAD interpreta como se fosse adimensional, ou seja, podem ser 10 mm, 10 cm, 10 km, etc.
Símbolos especiais: Alguns símbolos ou caracteres especiais podem ser introduzidos nas edições de textos executados no AutoCAD através de combinações de teclas. As principais são descritas abaixo:
%%C símbolo de diâmetro (Ø);
%%D símbolo de grau (°);
%%P símbolo de (±)
Standard
New (File > New) Cria um novo desenho. NEW DRAWING NAME - Especifica o nome do desenho a ser criado.
Open (File > Open) Abre um desenho já executado.
Save (File >Save) Salva o rascunho (Template) corrente. Se não foi dado o nome para o desenho, o AutoCAD pedirá o nome.
Save As (File > Save as) Tem a mesma função da função SAVE, salvar um desenho. Com a diferença de lhe perguntar o nome do desenho antes de salvá-lo. OBS.: Esse comando é principalmente utilizado para preservar o desenho já existente e renomeando com outro nome ou outro local.
UNDO. Desfaz o último comando, para alguns comandos serve para desfazer a seleção, para o comando line especificamente dentro do seu comando ativo defaz o último segmento de reta sucessivamente.
REDO. Refaz somente o último comando desfeito pelo comando UNDO.
PLOT (File>Plot) Envia o desenho para que seja impresso em uma impressora gráfica ou plotter (Impressora de grande porte)
Criando representação digital básica
Na barra de ferramentas DRAW, você encontra as ferramentas para desenho, nela estão contidos os ícones de linhas, círculos, arcos, retângulos, elipses, etc.
Line Construction Line Polyline Polygon Rectangle Arc
Spline Ellipse Hatch Text
Barra de ferramentas “DRAW”
Para acessar o comando line é só verificar as opções ao lado, pode ser pelo ícone da barra de ferramentas “Draw”
Via teclada digitando line ou somente a letra L, e ainda Linhas: l
Fonte: RENDER Multimídia
Command: LINE
Specify first point: P1 (Clique com o botão esquerdo um ponto na tela)
Specify next point or [Undo]: P2
Specify next point or [Undo]: Para confirmar a linha tecle
P1 P2
Linhas Auxiliares: Dois tipos de linhas auxiliares existem para serem utilizadas como referência: a linha “Construction Line”, que é uma linha infinita que se estende nas duas direções, e a linha “Ray” que também é infinita, mas a diferença é que esta começa em um ponto clicado na tela.
Constrution Line:
Fonte: AutoCAD 2009
Para desenhar uma linha auxiliar o procedimento é o seguinte:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no command “Construction Line”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o primeiro ponto.
(C) Clicar para marcar o próximo ponto que vai definir a direção da linha infinita. A linha infinita terá como referência esses dois pontos, mas vai se estender nas duas direções.
(D) Clicar de novo para criar outra linha, assim definirá sua direção. Continuando neste procedimento poderá criar quantas linhas infinitas que desejar.
(E) Para confirmar o comando é só clicar o botão direito do mouse ou a tecla enter.
Fonte: RENDER multimídia
Pode-se também utilizar os subcomandos da linha auxiliar “Construction Line”:
Hor: Representação digital de linhas horizontais.
Ver: Representação digital de linhas verticais.
Angle: Representação digital de linhas em ângulo dimensionado.
Bisect: Representação digital de linhas dividindo o ângulo em dois ângulos iguais.
Offset: Representação digital de linhas paralelas as outras linhas já representadas.
Ray:
Para desenhar uma linha auxiliar o procedimento é o seguinte:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Ray”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o ponto onde a linha infinita terá o seu início.
(C) Clicar no próximo ponto por onde a linha deverá passar definindo assim a direção da linha infinita.
Fonte: RENDER multimídia
Círculos:
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Circle”.
(B) Clicar em qualquer lugar na tela para marcar o ponto do central do círculo.
(C) Clicar no próximo ponto que poderá ser o raio ou diâmetro do círculo a ser representado ou digitar o valor desejado.
Pode-se também utilizar um dos subcomandos da linha auxiliar “Circle”:
• Center/Radius: Neste subcomando digitaremos o centro e o raio do círculo.
• Center/Diameter: Neste subcomando digitaremos o centro e o diâmetro do círculo.
• 2 points: Clicar em dois pontos que representem o diâmetro do círculo.
• 3 points: Clicar em três pontos que definam o círculo, pois em três pontos passa um único círculo ou circunferência.
• Tan, Tan, Radius: Neste subcomando clicaremos os dois pontos que o círculo irá tangenciar e digita-se o raio.
• Tan, Tan, Tan: Neste subcomando clicaremos três pontos que o círculo irá tangenciar.
Arcos: Para representar os arcos há onze maneiras. Elas utilizam várias combinações de alguns componentes do arco.
Fonte: AutoCAD 2009
Componentes de um arco:
S – Start – Início C – Center – Centro A – Angle – Ângulo
E – End – Fim L – Lenght – Comprimento
R – Radius – Raio D – Direction
Para representar um arco simples faça o seguinte:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” escolha o comando “arc.” e clique no subcomando “3POINTS”. Ver a figura ao lado:
(B) Selecione um Subcomando
“Start, Center, End”.
“Start, Center, Angle”.
“Start, Center, Length”.
“Start, End, Angle”.
“Start, End, Direction”.
“Start, End, Radius”.
“Center, Start, End”.
“Center, Start, Angle”.
“Center, Start, Length”.
“Continue”.
(C) Digite os dados solicitados.
OBS.: Convenção para sentido positivo de ângulos.
Para traçar arco convexo, iniciar, por exemplo, no 0° e terminar no 180°.
Para traçar arco côncavo, iniciar, por exemplo, no 180° e terminar no 360°.
Elipses:
Através dos eixos.
Para desenhar elipses através dos eixos:
Fonte: AutoCAD 2009
(A) Na barra de ferramentas “draw”, clique no comando “elipse” e a seguir no subcomando “Axis, End”.
(B) Clique para marcar o ponto 1 do eixo principal.
(C) Clique para marcar o ponto 2 do eixo principal.
(D) Clicar no ponto 3 para definir o comprimento do semi-eixo em relação ao centro da elipse.
Arcos de Elipse.
Para desenhar arcos de elipses:
(A) Na barra de ferramentas “Draw”, clicar no comando “elipse” e a seguir no subcomando “Elliptical arc.”
(B) Clique para marcar o ponto 1 do eixo principal.
(C) Clique para marcar o ponto 2 do eixo principal.
(D) Clique no ponto 3 para definir o comprimento do semi-eixo em relação ao centro da elipse.
(E) Clique no ponto 4 para marcar o início do arco.
(F) Clique no ponto 5 para marcar o final do arco ou digite o ângulo para defini-lo.
Splines:
Splines são curvas passam por pontos determinados obedecendo a certa tolerância.
Fonte: AutoCAD 2009
Para desenhar Splines faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Spline”.
(B) Clique para marcar o ponto 1 da spline.
(C) Clique para marcar o ponto 2 da spline.
(D) Clique no ponto 3 da spline e assim sucessivamente.
(E) Para confirmar é só clicar o botão direito do mouse, ou teclar enter. Uma linha elástica aparecerá para você determinar a tangente à curva no ponto inicial.
(F) Clicar para definir o primeiro ponto tangente ou confirmar com enter para que o AutoCAD possa definir a direção da curva tomando como base sua forma.
(G) Clicar para definir o segundo ponto tangente à curva em seu ponto final ou confirmar com enter para que o AutoCAD possa definir sua direção.
Opções do comando Spline:
• Close: fecha a spline, unindo seu ponto final ao inicial. Após esta operação de fechar a spline, você poderá definir a tangente em seu ponto de fechamento.
• Fit tolerance: É um valor que quando for diferente de zero, faz com que a spline não passe exatamente pelos pontos especificados.
Polígonos:
Retângulos:
Fonte: RENDER multimídia
Para desenhar retângulos faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Rectangle”.
(B) Clique para marcar um vértice do retângulo (ponto 1).
(C) Clique para marcar no vértice oposto do ao escolhido (ponto 2) .
(D) Para repetir este comando, clicar o botão direito do mouse e confirmar a opção com enter.
Retângulos com chanfros: Para desenhar retângulos com chanfros, realize o seguinte procedimento:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
(B) Selecione a opção “Chamfer”, digitando: C e confirme com enter.
(C) Digite o valor do primeiro chanfro e confirme com enter.
(D) Digite o valor do segundo chanfro e confirme novamente com a tecla enter. Para chanfros com ângulo igual a 45°, o valor do segundo chanfro será igual ao primeiro.
(E) Clique em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(F) Clique em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo, conforme os exemplos mostrados logo acima:
Retângulos com cantos arredondados: Para desenhar retângulos com cantos arredondados tem-se o seguinte procedimento:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
B) Selecione a opção “Fillet”, digitando: F e confirmar com enter.
(C) Digite o valor do raio e confirme com enter.
(D) Clicar em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(E) Clicar em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo
Retângulos com espessuras:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Rectangle”.
(B) Selecione a opção “Width”, digitando: W e confirme com enter.
(C) Digite o valor da espessura e confirme com enter.
(D) Clique em um ponto para marcar o primeiro vértice.
(E) Clique em um segundo ponto para marcar o segundo vértice, ou digite as coordenadas referentes à base e a altura do retângulo, conforme os exemplos mostrados logo acima:
Polígonos Regulares:
Sextavado inscrito ou circunscrito:
Fonte: RENDER multimídia
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polygon”.
B) Digite o número de lados e confirme com enter.
(C) Clique o primeiro ponto o qual será o centro do polígono.
(E) Digite I para fazer um polígono inscrito, ou seja, o raio vai do centro até um dos vértices do polígono, ou digite C para fazer um polígono circunscrito, o raio vai do centro até a metade de um dos lados do polígono.
(F) Clique num ponto ou digite o valor referente ao raio da circunferência
(G) Na figura acima: lado esquerdo é Inscrito e o da direita é circunscrito.
Sextavado com tamanho do lado:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polygon”.
B) Digite o número de lados e confirme com enter.
(C) Para definir o tamanho do lado do polígono digite E que acessa o subcomando ”Edge”, e confirme com a tecla enter
(F) Clique na para marcar o primeiro ponto.
(G) Clique para marcar o segundo ponto ou digite a distância desejada (exemplo; @10,0).
Polilinha:
Fonte: AutoCAD 2009 Fonte: RENDER multimídia
Com este comando “Polyline” você pode executar uma seqüência múltipla de linhas e arcos. E para tanto precisamos saber a diferença entre Linha e uma polilinha.
As Linhas podem ser executadas em seqüência, porém são segmentos independentes. Você poderá, por exemplo, mover, apagar, qualquer segmento da seqüência de linhas e verificar que os demais não sofrem alterações.
As polilinhas também podem ser criadas em seqüência, mas são segmentos dependentes. Se você apagar um único segmento de uma polilinha, verá que todos serão selecionados e apagados. Outra característica da polyline é que elas podem ter espessura continua ou variável. Ao passo que a linha só poderá ser espessa se for transformada em polilinha.
Para criar uma Polilinha:
Para desenhar polilinhas faremos o procedimento a seguir:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(D) Se você quiser desfazer o ponto anterior, terá que acessar o comando “Undo”, para isso digite U e confirme com enter.
(E) Para repetir o comando, pressionar o botão direito do mouse e confirme com o botão esquerdo (enter) ou clique Enter no teclado.
Para fechar uma Polilinha:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(D) Para fechar a polilinha você terá que ativar a opção “Close”, digitando “C” e confirmando com enter.
Subcomandos do comando “Polyline”
Arc.: Passa de linhas para seqüência de arcos
• Close: Fecha uma seqüência de segmentos do primeiro ao último ponto dado.
• Halfwidth: Define a meia espessura da polilinha
• Lenght: Cria um novo segmento cujo comprimento você define, na mesma direção do segmento anterior.
• Undo: Desfaz o ponto anterior da polilinha.
• Width: Define a espessura da polilinha.
Polilinha com espessura:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique no comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “width”, digite: W e confirme com enter.
(E) Digite um valor para a espessura inicial e confirme com enter.
(F) Digite um valor para a espessura final confirme com enter.
(G) Digite um valor para a espessura inicial e confirme com enter. Se você não alterar a espessura do início ao fim ela fica a mesma.
(H) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(I) Se por acaso você errar ou quiser refazer o ponto anterior, acesse o comando “Undo”, digite: U e confirme com enter.
(J) Se por acaso você no meio do desenho quiser alterar a espessura digite W para de novo ter acesso ao comando “Width”.
(K) Para finalizar, clique o botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
Veja aplicação a seguir:
Polilinha com três segmentos:
Primeiro com espessura inicial = 0 e final =50
Segundo com espessura inicial e final = 10
Terceiro com espessura inicial =50 e final = 0
Polilinha com meia espessura:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “Halfwidth”, digite: H e confirme com enter.
(E) Digite um valor para da meia espessura inicial e confirme com enter.
(F) Digite um valor para da meia espessura final confirme com enter.
(G) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(H) Para finalizar, clique com botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
Polilinha em arco:
(A) Na barra de ferramentas “Draw” clique o comando “Polyline”.
(B) Clique para marcar o primeiro ponto da polilinha.
(C) Para acessar o subcomando “Arc.”, digite: A e confirme com enter.
(E) Clique para marcar o próximo ponto da polilinha e assim sucessivamente.
(F) Digite as iniciais ou letras maiúsculas dos subcomandos para acessá-las.
(G) Para finalizar, clique o botão direito do mouse ou pressione a tecla enter.
(H) Para repetir o comando, pressione o botão direito do mouse e confirme com o botão esquerdo (enter) ou dar Enter no teclado.
Exemplo de polilinha em arcos:
Opções de subcomando “Arc.”
Angle: especifica o ângulo do arco.
CEnter: especifica o centro do arco.
CLose: fecha a seqüência de arcos
Direction: especifica a direção do arco.
Halfwidth: especifica a meia espessura do arco.
Line: especifica a volta da polilinha em linhas.
Radius: especifica o raio do arco
Second PT: especifica o segundo ponto por onde o arco irá passar.
Undo: desfaz o último ponto do arco
Width: especifica a espessura da polilinha
Modificação de Polilinha:
A) Na barra de MENU “MODIFY” clique o comando “Object” e na seqüência o subcomando “polyline”.
(B) Selecione a polilinha a ser modificada.
(C) Na linha de comandos, serão apresentados os subcomandos de polilinhas para se poder alterá-las.
• Close: une o primeiro ao último vértice da polilinha. Se você optar por esse subcomando, ele será substituído pelo subcomando “Open” que “abre” a polilinha apagando o último segmento.
• Join: uni duas ou mais polilinhas que estejam conectadas, transformando-as em apenas uma.
• Width: define a espessura da polilinha.
• Fit: transforma a polilinha em arcos cujos pontos iniciais e finais são os mesmos dos segmentos da polilinha.
• Spline: transforma a polilinha em uma spline.
• Decurve: transforma os segmentos curvos da polilinha em segmentos lineares.
• Linetype gen: controla o modo como os linetypes que não são contínuos ficam na polilinha.
• Exit: sai do comando.
• Edit vertex: altera os vértices da polilinha, apresentando as seguintes opções:
• Exit: seleciona o próximo vértice.
Previous: seleciona o vértice anterior.
Break: disponibiliza uma opção para selecionar os vértices. Digitando a letra G a polilinha é quebrada no vértice selecionado.
Insert: inseri um vértice à polilinha.
Move: move o vértice selecionado.
Regen: regenera a polilinha.
Straighten: transforma o segmento reto após o vértice selecionado em segmento linear.
Tangent: muda a direção da tangente do vértice selecionado.
Width: altera a espessura da polilinha após o vértice selecionado.
Exit: sai da edição de vértices.
Afastamentos superiores e inferiores para dimensões lineares
Afastamentos superiores e inferiores para dimensões lineares
Condições gerais: Todas as dimensões cotadas em um desenho de uma peça devem, em princípio, estar associados a um valor de tolerância, que normalmente é indicado sobre a linha de cota opõe a dimensão nominal.
Sendo válidas as tolerâncias gerais conforme esta norma, deve-se indicar no desenho, no local previsto para tal fim, o grau de exatidão escolhido para tal fim, o grau de exatidão escolhido (f, m, g ou mg ), por exemplo: para o grau de precisão médio (m):NBR (n° desta norma)m.
Tabela 1 – Afastamentos superiores e inferiores para dimensões lineares, com exceção de raios e chanfros. (mm)
Tabela 2 - Afastamentos (em graus e minutos) para dimensões angulares.
Condições gerais: Todas as dimensões cotadas em um desenho de uma peça devem, em princípio, estar associados a um valor de tolerância, que normalmente é indicado sobre a linha de cota opõe a dimensão nominal.
Sendo válidas as tolerâncias gerais conforme esta norma, deve-se indicar no desenho, no local previsto para tal fim, o grau de exatidão escolhido para tal fim, o grau de exatidão escolhido (f, m, g ou mg ), por exemplo: para o grau de precisão médio (m):NBR (n° desta norma)m.
Tabela 1 – Afastamentos superiores e inferiores para dimensões lineares, com exceção de raios e chanfros. (mm)
Tabela 2 - Afastamentos (em graus e minutos) para dimensões angulares.
TIPOS DE PERSPECTIVAS:
Representar uma peça em forma de desenho técnico é fácil até certo ponto. Muitas vezes a geometria da peça só fica clara para o leitor do desenho após ele ver as peças reais, físicas.
Essa situação nem sempre é possível, muitas vezes não se tem acesso ao local da peça ou a própria peça, quando se trata do projeto inovador. Para facilitar a interpretação do desenho da peça, muitas vezes usa-se a perspectiva na representação geométrica. Uma dessas situações é mostrada no desenho abaixo:
Tipos de perspectivas utilizadas nos desenhos técnicos para melhor aplicação quando necessário.
Perspectiva cavaleira: consiste da representação de um objeto conforme apresentado a seguir. Considere o conjunto de segmentos de reta cheio abaixo como os eixos (x, y e z). A representação das dimensões de uma peça nesses eixos terá as proporções dentro das escalas apresentadas nas figuras a seguir:
CAVALEIRA A 60°. Solução fácil, porem pouca expressiva.
CAVALEIRA A 45°. Solução fácil e bastante expressiva.
Fonte:Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
CAVALEIRA A 30°. Solução fácil mais ou menos expressiva.
Fonte: Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
BIMÉTRICA. Solução muito trabalhosa e não expressiva.
Fonte: Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
Perspectiva Cavaleira
Nessa forma de representação apenas as cotas nos eixos deslocados a trinta graus tem os valores em escala diferente das demais.
Perspectiva Cavaleira a 30º
Perspectiva Cavaleira a 30º
Perspectiva Isométrica
É aquela na qual todas as cotas das dimensões da peça estão na mesma escala 1: 1. Com o eixo orientado rotacionado em dois semi eixos, como mostrado a seguir:
Eixos isométricos
O desenho da perspectiva isométrica é baseado num sistema de três semi-retas que têm o mesmo ponto de origem e formam entre si três ângulos de 120°. Veja:
Perspectiva Isométrica
Traçando perspectiva Isométrica no Papel Reticulado
Para aprender o traçado da perspectiva isométrica você vai partir de um sólido geométrico simples: o prisma retangular. No início do aprendizado é interessante manter à mão um modelo real para analisar e comparar com o resultado obtido no desenho.
Perspectiva Isométrica do Prisma de base Retangular
1ª ETAPA - Trace levemente, à mão livre, os eixos isométricos e indique o comprimento, a largura e a altura sobre cada eixo, tomando como base as medidas aproximadas do prisma representado na figura anterior.
Traçado dos eixos Isométricos
2ª ETAPA - A partir dos pontos onde você marcou o comprimento e a altura, trace duas linhas isométricas que se cruzam. Assim ficará determinada a face da frente do modelo.
Traçado da vista frontal
3ª ETAPA - Trace agora duas linhas isométricas que se cruzam a partir dos pontos onde você marcou o comprimento e a largura. Assim ficará determinada a face superior do modelo.
Traçado da vista superior
4ª ETAPA - E, finalmente, você encontrará a face lateral do modelo.
Para tanto, basta traçar duas linhas isométricas a partir dos pontos onde você indicou a largura e a altura.
Traçado da vista lateral
5ª ETAPA (conclusão) - Apague os excessos das linhas de construção, isto é, das linhas e dos eixos isométricos que serviram de base para a representação do modelo. Depois, é só reforçar os contornos da figura e está concluído o traçado da perspectiva isométrica do prisma retangular.
Traçado da perspectiva isométrica acabada
Traçando a Perspectiva Isométrica do Circulo:
1ª ETAPA – Esboçar os eixos isométricos e executar as linhas demonstradas abaixo:
Traçado da vista frontal da circunferência
2ª ETAPA – Na seqüência, trace as duas linhas, dividindo em partes iguais, conforme demonstrado abaixo:
Traçado dos eixos da vista frontal da circunferência
3ª ETAPA – O próximo passo é traçar no esboço (desenho feito à mão) as partes curvas da representação do circulo na perspectiva isométrica.
Traçado dos raios maiores da vista frontal da circunferência
4ª ETAPA – Completando a representação do esboço, desenhe as outras partes curvas do circulo, conforme mostrado a seguir:
Traçado dos raios menores da vista frontal da circunferência
5ª ETAPA Apague as linhas de construção que serviram de base para o traçado e reforce os contornos da figura concluindo o esboço do circulo na isométrica, conforme mostrado a seguir:
Traçado da perspectiva isométrica acabada da circunferência. Vista Frontal
Traçado da perspectiva isométrica da circunferência. Vista Superior e Lateral
Exemplos de aplicação de circunferências em perspectivas isométricas Na maioria das vezes quando se fazem desenhos em perspectivas faz-se isométrico por ser o mais fácil de executar, uma vez que todas as dimensões estão na mesma escala pode ser = 1: 1
Exemplos de aplicação em perspectivas isométricas de circunferências
Perspectiva dimétrica ou bimétrica
Difere das demais formas de perspectivas por possuir ângulos de inclinação em dois eixos de representação diferentes. São esses de 7º a esquerda e 42º a direita, conforme mostrado abaixo:
Perspectiva Bimétrica
Figura:fonte pro-tec
Essa situação nem sempre é possível, muitas vezes não se tem acesso ao local da peça ou a própria peça, quando se trata do projeto inovador. Para facilitar a interpretação do desenho da peça, muitas vezes usa-se a perspectiva na representação geométrica. Uma dessas situações é mostrada no desenho abaixo:
Tipos de perspectivas utilizadas nos desenhos técnicos para melhor aplicação quando necessário.
Perspectiva cavaleira: consiste da representação de um objeto conforme apresentado a seguir. Considere o conjunto de segmentos de reta cheio abaixo como os eixos (x, y e z). A representação das dimensões de uma peça nesses eixos terá as proporções dentro das escalas apresentadas nas figuras a seguir:
CAVALEIRA A 60°. Solução fácil, porem pouca expressiva.
CAVALEIRA A 45°. Solução fácil e bastante expressiva.
Fonte:Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
CAVALEIRA A 30°. Solução fácil mais ou menos expressiva.
Fonte: Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
BIMÉTRICA. Solução muito trabalhosa e não expressiva.
Fonte: Pro-Tec Desenhista de Máquinas pg.4-7
Perspectiva Cavaleira
Nessa forma de representação apenas as cotas nos eixos deslocados a trinta graus tem os valores em escala diferente das demais.
Perspectiva Cavaleira a 30º
Perspectiva Cavaleira a 30º
Perspectiva Isométrica
É aquela na qual todas as cotas das dimensões da peça estão na mesma escala 1: 1. Com o eixo orientado rotacionado em dois semi eixos, como mostrado a seguir:
Eixos isométricos
O desenho da perspectiva isométrica é baseado num sistema de três semi-retas que têm o mesmo ponto de origem e formam entre si três ângulos de 120°. Veja:
Perspectiva Isométrica
Traçando perspectiva Isométrica no Papel Reticulado
Para aprender o traçado da perspectiva isométrica você vai partir de um sólido geométrico simples: o prisma retangular. No início do aprendizado é interessante manter à mão um modelo real para analisar e comparar com o resultado obtido no desenho.
Perspectiva Isométrica do Prisma de base Retangular
1ª ETAPA - Trace levemente, à mão livre, os eixos isométricos e indique o comprimento, a largura e a altura sobre cada eixo, tomando como base as medidas aproximadas do prisma representado na figura anterior.
Traçado dos eixos Isométricos
2ª ETAPA - A partir dos pontos onde você marcou o comprimento e a altura, trace duas linhas isométricas que se cruzam. Assim ficará determinada a face da frente do modelo.
Traçado da vista frontal
3ª ETAPA - Trace agora duas linhas isométricas que se cruzam a partir dos pontos onde você marcou o comprimento e a largura. Assim ficará determinada a face superior do modelo.
Traçado da vista superior
4ª ETAPA - E, finalmente, você encontrará a face lateral do modelo.
Para tanto, basta traçar duas linhas isométricas a partir dos pontos onde você indicou a largura e a altura.
Traçado da vista lateral
5ª ETAPA (conclusão) - Apague os excessos das linhas de construção, isto é, das linhas e dos eixos isométricos que serviram de base para a representação do modelo. Depois, é só reforçar os contornos da figura e está concluído o traçado da perspectiva isométrica do prisma retangular.
Traçado da perspectiva isométrica acabada
Traçando a Perspectiva Isométrica do Circulo:
1ª ETAPA – Esboçar os eixos isométricos e executar as linhas demonstradas abaixo:
Traçado da vista frontal da circunferência
2ª ETAPA – Na seqüência, trace as duas linhas, dividindo em partes iguais, conforme demonstrado abaixo:
Traçado dos eixos da vista frontal da circunferência
3ª ETAPA – O próximo passo é traçar no esboço (desenho feito à mão) as partes curvas da representação do circulo na perspectiva isométrica.
Traçado dos raios maiores da vista frontal da circunferência
4ª ETAPA – Completando a representação do esboço, desenhe as outras partes curvas do circulo, conforme mostrado a seguir:
Traçado dos raios menores da vista frontal da circunferência
5ª ETAPA Apague as linhas de construção que serviram de base para o traçado e reforce os contornos da figura concluindo o esboço do circulo na isométrica, conforme mostrado a seguir:
Traçado da perspectiva isométrica acabada da circunferência. Vista Frontal
Traçado da perspectiva isométrica da circunferência. Vista Superior e Lateral
Exemplos de aplicação de circunferências em perspectivas isométricas Na maioria das vezes quando se fazem desenhos em perspectivas faz-se isométrico por ser o mais fácil de executar, uma vez que todas as dimensões estão na mesma escala pode ser = 1: 1
Exemplos de aplicação em perspectivas isométricas de circunferências
Perspectiva dimétrica ou bimétrica
Difere das demais formas de perspectivas por possuir ângulos de inclinação em dois eixos de representação diferentes. São esses de 7º a esquerda e 42º a direita, conforme mostrado abaixo:
Perspectiva Bimétrica
Figura:fonte pro-tec
Desenho de Conjunto
Definição. É chamado desenho para execução aquele que fornece todas as informações necessárias para sua construção, é o relatório técnico de uma máquina, equipamento, dispositivo, estruturas mecânicas, projetadas para certo destino e lugar, estes devem constar as informações completas para manufatura ou montagem.
O desenho deverá incluir:
. A representação gráfica com todos os detalhes de todos os objetos que fazem parte do conjunto a ser montado;
. As dimensões de cada peça (descrição do tamanho);
. Notas explicativas gerais e especifica sobre cada desenho, fornecendo as especificações de material, tipo de acabamento superficial serão usados, quais tratamentos térmicos as peças terão que passar e qual o material utilizado na sua manufatura, etc.;
. Uma legenda descritiva em cada desenho;
. Uma descrição das relações de cada parte ou peça com as demais (montagem);
. Uma lista de materiais.
Os desenhos de execução são distribuídos em duas classes: Desenho de Conjuntos e Desenhos de Detalhes.
Desenhos de conjuntos. Como o próprio nome indica são desenhos onde mostram como as máquinas, por exemplo, são montadas indicando com precisão onde cada objeto deverá ser colocado para seu melhor funcionamento. Estes desenhos contemplam traçados iniciais de plantas de situação, localização de tubulações, desenhos parciais e os desenhos completos e definitivos para ser empregada na montagem da máquina.
Antes da execução dos desenhos de detalhes, existe uma fase no processo que denominamos de desenho preliminar, que deverá ser elaborado, sempre que possível, no tamanho natural do objeto a ser representado. É a partir dele que teremos uma visão geral de como deverão ser os diferentes elementos do projeto.
No desenho de conjunto podemos cotar dimensões globais como, por exemplo, a distância das diferentes peças entre si, para fixar a posição verdadeira da peça resultando assim um auxílio na montagem. No desenho de conjunto não devemos sobrecarregá-lo, desenhos de detalhes invisíveis não serão demonstrados neste desenho de conjunto. As linhas tracejadas desnecessárias não devem ser usadas em qualquer tipo de desenho e principalmente no desenho de conjunto.
Nos desenhos de conjunto, números dentro de circunferências mostram os diferentes itens que fazem parte da composição do desenho de conjunto. Esta circunferência com número e uma linha auxiliar aponta a peça e está relacionada com os desenhos dos detalhes e com a lista de peças disposta acima do quadro de legenda.
Observação: desenhos de circuitos elétricos, canalização, instalação pneumática, hidráulica, etc., são denominados desenhos esquemáticos.
Desenho de conjunto parcial, conforme mostrado logo a seguir, é o desenho de um grupo de peças usado numa máquina, com seus respectivos desenho de detalhes.
Conjunto Parcial
Desenhos de detalhes. São desenhos de peças separadas, onde devemos colocar a descrição completa e com exatidão de suas formas e dimensões para execução. Deve proporcionar ao operador que irá construí-la uma fácil leitura e interpretação de sua forma, grandeza, material, acabamento, tolerâncias, etc., de cada peça detalhada, como mostrada a seguir:
Desenho de Detalhes
O desenho deverá incluir:
. A representação gráfica com todos os detalhes de todos os objetos que fazem parte do conjunto a ser montado;
. As dimensões de cada peça (descrição do tamanho);
. Notas explicativas gerais e especifica sobre cada desenho, fornecendo as especificações de material, tipo de acabamento superficial serão usados, quais tratamentos térmicos as peças terão que passar e qual o material utilizado na sua manufatura, etc.;
. Uma legenda descritiva em cada desenho;
. Uma descrição das relações de cada parte ou peça com as demais (montagem);
. Uma lista de materiais.
Os desenhos de execução são distribuídos em duas classes: Desenho de Conjuntos e Desenhos de Detalhes.
Desenhos de conjuntos. Como o próprio nome indica são desenhos onde mostram como as máquinas, por exemplo, são montadas indicando com precisão onde cada objeto deverá ser colocado para seu melhor funcionamento. Estes desenhos contemplam traçados iniciais de plantas de situação, localização de tubulações, desenhos parciais e os desenhos completos e definitivos para ser empregada na montagem da máquina.
Antes da execução dos desenhos de detalhes, existe uma fase no processo que denominamos de desenho preliminar, que deverá ser elaborado, sempre que possível, no tamanho natural do objeto a ser representado. É a partir dele que teremos uma visão geral de como deverão ser os diferentes elementos do projeto.
No desenho de conjunto podemos cotar dimensões globais como, por exemplo, a distância das diferentes peças entre si, para fixar a posição verdadeira da peça resultando assim um auxílio na montagem. No desenho de conjunto não devemos sobrecarregá-lo, desenhos de detalhes invisíveis não serão demonstrados neste desenho de conjunto. As linhas tracejadas desnecessárias não devem ser usadas em qualquer tipo de desenho e principalmente no desenho de conjunto.
Nos desenhos de conjunto, números dentro de circunferências mostram os diferentes itens que fazem parte da composição do desenho de conjunto. Esta circunferência com número e uma linha auxiliar aponta a peça e está relacionada com os desenhos dos detalhes e com a lista de peças disposta acima do quadro de legenda.
Observação: desenhos de circuitos elétricos, canalização, instalação pneumática, hidráulica, etc., são denominados desenhos esquemáticos.
Desenho de conjunto parcial, conforme mostrado logo a seguir, é o desenho de um grupo de peças usado numa máquina, com seus respectivos desenho de detalhes.
Conjunto Parcial
Desenhos de detalhes. São desenhos de peças separadas, onde devemos colocar a descrição completa e com exatidão de suas formas e dimensões para execução. Deve proporcionar ao operador que irá construí-la uma fácil leitura e interpretação de sua forma, grandeza, material, acabamento, tolerâncias, etc., de cada peça detalhada, como mostrada a seguir:
Desenho de Detalhes
Norma NBR 10126
Cotagem em Desenho Técnico.
Objetivo: Na execução de todos os desenhos técnicos sejam de detalhes ou montagem os conceitos sobre cotagem estão contemplados nesta norma.
Documentos complementares: Para melhor aplicação desta norma, teremos como pré requisito o conhecimento das normas NBR 8402 – Caligrafia Técnica, NBR 8403 – Tipos de Linhas aplicadas nos desenhos técnicos e NBR 10067- Princípios gerais para representação gráfica em desenho técnico.
Definições: Para melhor aplicação desta norma adotamos por definição a Cotagem e a sua Aplicação.
Cotagem: Na Representação gráfica destacamos característica de cada elemento, através da aplicação de linhas, simbologia especifica notas e valores numéricos em unidade de medida, aqui no Brasil mm.
A cotagem pode ser: funcional, não funcional, auxiliar e elemento.
Funcional é quando se faz necessária para mostrar a função ou local de um objeto a ser representado.
Não funcional é quando não se faz necessária para o funcionamento de um objeto.
Auxiliar é quando será fornecida somente como informação, ela não influencia em operações de produção e de inspeção; é decorrente de outros valores aparentes no desenho ou documentos e nela não se aplica tolerância.
Elemento é quando define uma das partes que caracteriza um objeto, por exemplo, superfície plana, cilíndrica, um ressalto, um rebaixo, um filete de rosca, uma nervura, uma ranhura, um contorno, etc.
Produto acabado
É o objeto finalizado para montagem ou serviço, com uma configuração a ser executada de acordo com a representação gráfica. Este produto pode ser também uma fase pronta para posterior aplicação em um processo (por exemplo: um produto estampado, fundido ou forjado).
Aplicação
As cotas deverão ser aplicadas conforme será mostrado a seguir.
A cotagem para demonstrar um detalhe de uma peça ou componente, visível e completa, deverá ser representada diretamente na representação gráfica.
A cotagem deverá ser localizada na vista principal ou corte que represente nitidamente o elemento.
Desenhos de detalhes devem ser elaborados sempre com a mesma unidade (por exemplo, milímetro) para todas as cotas sem emprego de símbolo. Caso seja preciso, para evitar dificuldade de entendimento, o símbolo da unidade que predomine para uma representação gráfica deve ser colocado na legenda.
Quando houver necessidade de usar outras unidades como parte de especificação do desenho (por exemplo, N.m. para torque ou KPa para pressão), o símbolo da unidade adequada deve ser indicado com o valor.
Colocar as cotas necessárias para dimensionar um produto acabado ou um objeto. Deve-se evitar mais de uma cota para designar um produto acabado ou um objeto. Podem-se aplicar exceções: quando tivermos de cotar um estágio intermediário do processo (por exemplo: o tamanho de um objeto antes de aplicarmos um tratamento superficial de cementação e acabamento superficial); onde for mais vantajoso a adição de uma cota auxiliar.
Métodos de inspeção e ou processos de fabricação não deverão ser especificados, exceto quando forem necessários para garantir o bom funcionamento ou troca de objetos.
A cotagem funcional deverá ser cotada diretamente no desenho.
Em ocasião especial a cotagem funcional escrita indiretamente é justificada ou necessária. A figura maior abaixo mostra a cota funcional escrita indiretamente, mantendo as condições necessárias dimensionadas na figura menor.
A cotagem não funcional deve ser localizada de forma mais adequada para produção e inspeção.
Métodos de execução
Elementos de cotagem
Incluem a linha auxiliar, linha de cota (NBR 8403) limites de cota e a cota. Alguns elementos de cotagem serão demonstrados a seguir.
Linhas auxiliares e cotas
São desenhadas como linhas estreitas contínuas, conforme NBR 8403, mostradas também a seguir.
Linha auxiliar deve ter ligeiro prolongamento alem da respectiva linha de cota. Um espaço pequeno deve ser deixado entre a linha de contorno e da linha auxiliar.
Linhas auxiliares devem ser perpendiculares ao desenho dimensionado, havendo necessidade, pode representar obliquamente a este a cota de 60°, porém paralelas entre si.
A construção da intersecção de linhas auxiliares feita com o prolongamento desta além do ponto de intersecção.
Linhas auxiliares e cota, sempre que possível, não devem cruzar com outras linhas.
A linha de cota não deve ser interrompida mesmo que o desenho o seja.
O cruzamento das linhas de cotas e auxiliares deve sempre que possível ser evitados, porém se isso acontecer, as linhas não devem ser interrompidas quando se cruzarem.
A linha de centro ou de simetria e a linha de contorno, não devem ser usadas como linha de cota, porém, pode ser usado como linha auxiliar. A linha de centro ou simetria, quando usada como linha auxiliar de cota , deve continuar como linha de centro ou simetria até a linha de contorno do objeto desenhado.
Limite da linha de cota
A indicação dos limites da linha de cota é feita através de setas ou traços oblíquos.
As indicações são demonstradas como segue:
A seta é desenhada com linhas curtas com ângulos de 15°. A seta pode ser aberta ou fechada preenchida.
O traço oblíquo é desenhado com uma linha curta e inclinada a 45°
A indicação das extremidades da linha de cota deve ter a mesma dimensão numa mesma representação gráfica.
Num mesmo desenho deve ser usada somente uma forma da indicação dos limites da linha de cota. Caso o espaço seja reduzido, pode ser usada outra forma de indicação de limites.
Quando houver espaço suficiente as setas de limitação da linha de cota devem ser apresentadas entre os limites da linha de cota. Quando o espaço for reduzido às setas de limitação das linhas de cota, podem ser desenhadas externamente no prolongamento da linha de cota.
Na cotagem de raio é utilizada somente uma seta de limitação da linha, que pode ser interno ou externo ao contorno, (ou linha auxiliar) dependendo do desenho do objeto.
Apresentação da cotagem
As cotas devem ser colocadas em desenho em caracteres com tamanho suficiente para assegurar a total legibilidade seja no original ou nas reproduções feitas no microfilme ( de acordo NBR 8402). As cotas devem ser localizadas de tal maneira que elas não possam ser cortadas ou separadas por qualquer outra linha.
Existem dois tipos de métodos de cotagem, mas somente um deles deve ser utilizado num mesmo desenho.
Método 1 :
As cotas devem ser localizadas acima e paralelamente às suas linhas de cotas e de preferência no centro.
Exceção pode ser feita onde a cotagem sobreposta é utilizada.
As cotas devem ser escritas de maneira que permitam ser lida da base e/ou lado direito do desenho. Cotas em linhas de cotas inclinadas devem ser seguidas conforme mostrado a seguir.
Na cotagem de ângulo podem ser conforme demonstrado a seguir:
Método 2 :
As cotas devem ser lidas da base folha de papel. As linhas de cotas devem ser interrompidas, de preferência no meio, para escrever as cotas.
Na cotagem angular podem ser seguida uma das formas abaixo apresentada.
A localização das cotas com freqüência necessita ser adaptada às diferentes situações. Assim, exemplificando, as cotas podem estar:
No centro submetido da linha de cota, quando a peça é desenhada em meia peça.
Sobre o prolongamento da linha de cota, quando o espaço for reduzido.
Sobre o prolongamento horizontal da linha de cota, quando o espaço não permitir a localização com a interrupção da linha de cota não horizontal.
Cotas fora de escala (com exceção onde a linha de interrupção for utilizada) devem ser assinaladas com linha reta com a mesma largura da linha do algarismo.
Os símbolos a seguir são usados com cotas para identificar as formas e melhorar a leitura e interpretação do desenho. Os símbolos de diâmetro e de quadrado podem ser omitidos quando estiver clara a forma indicada. Os símbolos devem vir antes da cota. Ø = Diâmetro R= Raio Ø Esf= Diâmetro Esférico □ = Quadrado
R ESF= Raio esférico
Disposição e apresentação da cotagem
Disposição
A disposição da cota no desenho deve indicar claramente sua utilização.
Cotagem em cadeia
Deve ser utilizada quando a possível soma de tolerâncias não compromete a construção das peças.
Cotagem por elemento de referência
Este processo de cotagem é usado onde o número de cotas da mesma direção tem relação com um elemento de referência.
Este tipo de cotagem por face de referência pode ser executada de duas maneiras, cotagem em paralelo ou cotagem aditiva.
Cotagem em paralelo é a localização de várias cotas simples paralelas uma às outras e que tenham espaços suficientes para escrever a cota.
Cotagem aditiva é uma simplificação na maneira de cotagem em paralelo e pode ser utilizada onde existe pouco espaço e não haja dificuldade de leitura e interpretação. A origem é localizada em uma face de referência e as cotas localizadas na extremidade da linha auxiliar de cota.
Cotagem aditiva em duas direções pode ser utilizada quando tiver vantagem na representação, neste caso teremos duas faces de referência, como mostrado a seguir:
Quando no desenho o detalhe estiver próximo, quebramos as linhas auxiliares para permitir a colocação da cota no lugar adequado.
Cotagem por coordenadas
Na prática a Tabela mostra a leitura e interpretação das cotas do objeto.
Coordenadas para pontos de intersecção em malhas de desenhos de localização.
Coordenadas para pontos arbitrários sem a malha, devem aparecer próximos a cada ponto.
Cotagem combinada
Cotagem simples, cotagem aditiva e cotagem por elemento comum podem ser combinadas num mesmo desenho.
Indicações especiais
Cordas, arcos, ângulos e raios
As cotas de cordas, arcos e ângulos devem ser conforme a figura a seguir.
Quando o centro do arco exceder os limites do espaço disponível, a linha de cota do raio de ser quebrada ou interrompida, de acordo com a necessidade de localizar ou não o centro do arco.
Quando o tamanho do raio for determinado por outras cotas, ele deve ser indicado pela linha de cota do raio com o símbolo R sem cota.
Elementos eqüidistantes
Quando os elementos igualmente espaçados são parte da especificação do desenho a cotagem pode ser simplificada. O espaçamento linear pode ser cotado como mostra a figura a seguir.
Se houver alguma dificuldade de leitura e interpretação entre o comprimento do espaço e o número de espaçamentos, um espaço deve ser cotado como mostra a seguir.
Espaçamentos dos ângulos podem ser suprimidos se não causarem dúvidas ou confusão, como mostra o desenho do lado direito:
Espaçamento circulares pode ser cotado indiretamente, dando o número de elementos, como mostra a seguir:
Elementos repetidos
Quando for possível definir a quantidade de elementos de mesmo tamanho com isto, evitar repetir a mesma cota, eles serão cotados conforme a seguir:
Chanfros e escareados
Chanfros com medida e ângulo diferente de 45°devem ser cotados assim:
No caso de chanfros a 45° a cotagem pode ser mais simples como a mostra o desenho do lado esquerdo e os escareados cotados conforme o desenho do centro e do lado direito a seguir:
Outras indicações
Podem-se utilizar letras de referências, junto com uma legenda ou nota para evitar que se repita a mesma cota.
Na representação de objetos simétricos desenhados em meio corte ou meia vista, a linha de cota deve cruzar e se estender além do eixo de simetria.
De maneira geral, não se cota em conjunto, porém, quando for necessário, o grupo de cotas específico para cada objeto deve ficar na medida do possível, separado
Em algumas situações, é preciso cotar uma área ou comprimento limitado de uma superfície, para indicar uma situação especifica.
Neste caso, a área ou comprimento e sua localização, a indicação é feita por meio de linha traço e ponto larga, desenhada próximo e paralela à face correspondente. Quando esta determinação especial se referir a um elemento de revolução, a indicação deve ser mostrada somente num lado.
Quando a localização e a extensão da determinação especial precisar de identificação, deve-se cotar de forma aproximada, no entanto, quando o desenho mostrar forma clara e sua extensão, a cotagem não é necessária.
Objetivo: Na execução de todos os desenhos técnicos sejam de detalhes ou montagem os conceitos sobre cotagem estão contemplados nesta norma.
Documentos complementares: Para melhor aplicação desta norma, teremos como pré requisito o conhecimento das normas NBR 8402 – Caligrafia Técnica, NBR 8403 – Tipos de Linhas aplicadas nos desenhos técnicos e NBR 10067- Princípios gerais para representação gráfica em desenho técnico.
Definições: Para melhor aplicação desta norma adotamos por definição a Cotagem e a sua Aplicação.
Cotagem: Na Representação gráfica destacamos característica de cada elemento, através da aplicação de linhas, simbologia especifica notas e valores numéricos em unidade de medida, aqui no Brasil mm.
A cotagem pode ser: funcional, não funcional, auxiliar e elemento.
Funcional é quando se faz necessária para mostrar a função ou local de um objeto a ser representado.
Não funcional é quando não se faz necessária para o funcionamento de um objeto.
Auxiliar é quando será fornecida somente como informação, ela não influencia em operações de produção e de inspeção; é decorrente de outros valores aparentes no desenho ou documentos e nela não se aplica tolerância.
Elemento é quando define uma das partes que caracteriza um objeto, por exemplo, superfície plana, cilíndrica, um ressalto, um rebaixo, um filete de rosca, uma nervura, uma ranhura, um contorno, etc.
Produto acabado
É o objeto finalizado para montagem ou serviço, com uma configuração a ser executada de acordo com a representação gráfica. Este produto pode ser também uma fase pronta para posterior aplicação em um processo (por exemplo: um produto estampado, fundido ou forjado).
Aplicação
As cotas deverão ser aplicadas conforme será mostrado a seguir.
A cotagem para demonstrar um detalhe de uma peça ou componente, visível e completa, deverá ser representada diretamente na representação gráfica.
A cotagem deverá ser localizada na vista principal ou corte que represente nitidamente o elemento.
Desenhos de detalhes devem ser elaborados sempre com a mesma unidade (por exemplo, milímetro) para todas as cotas sem emprego de símbolo. Caso seja preciso, para evitar dificuldade de entendimento, o símbolo da unidade que predomine para uma representação gráfica deve ser colocado na legenda.
Quando houver necessidade de usar outras unidades como parte de especificação do desenho (por exemplo, N.m. para torque ou KPa para pressão), o símbolo da unidade adequada deve ser indicado com o valor.
Colocar as cotas necessárias para dimensionar um produto acabado ou um objeto. Deve-se evitar mais de uma cota para designar um produto acabado ou um objeto. Podem-se aplicar exceções: quando tivermos de cotar um estágio intermediário do processo (por exemplo: o tamanho de um objeto antes de aplicarmos um tratamento superficial de cementação e acabamento superficial); onde for mais vantajoso a adição de uma cota auxiliar.
Métodos de inspeção e ou processos de fabricação não deverão ser especificados, exceto quando forem necessários para garantir o bom funcionamento ou troca de objetos.
A cotagem funcional deverá ser cotada diretamente no desenho.
Em ocasião especial a cotagem funcional escrita indiretamente é justificada ou necessária. A figura maior abaixo mostra a cota funcional escrita indiretamente, mantendo as condições necessárias dimensionadas na figura menor.
A cotagem não funcional deve ser localizada de forma mais adequada para produção e inspeção.
Métodos de execução
Elementos de cotagem
Incluem a linha auxiliar, linha de cota (NBR 8403) limites de cota e a cota. Alguns elementos de cotagem serão demonstrados a seguir.
Linhas auxiliares e cotas
São desenhadas como linhas estreitas contínuas, conforme NBR 8403, mostradas também a seguir.
Linha auxiliar deve ter ligeiro prolongamento alem da respectiva linha de cota. Um espaço pequeno deve ser deixado entre a linha de contorno e da linha auxiliar.
Linhas auxiliares devem ser perpendiculares ao desenho dimensionado, havendo necessidade, pode representar obliquamente a este a cota de 60°, porém paralelas entre si.
A construção da intersecção de linhas auxiliares feita com o prolongamento desta além do ponto de intersecção.
Linhas auxiliares e cota, sempre que possível, não devem cruzar com outras linhas.
A linha de cota não deve ser interrompida mesmo que o desenho o seja.
O cruzamento das linhas de cotas e auxiliares deve sempre que possível ser evitados, porém se isso acontecer, as linhas não devem ser interrompidas quando se cruzarem.
A linha de centro ou de simetria e a linha de contorno, não devem ser usadas como linha de cota, porém, pode ser usado como linha auxiliar. A linha de centro ou simetria, quando usada como linha auxiliar de cota , deve continuar como linha de centro ou simetria até a linha de contorno do objeto desenhado.
Limite da linha de cota
A indicação dos limites da linha de cota é feita através de setas ou traços oblíquos.
As indicações são demonstradas como segue:
A seta é desenhada com linhas curtas com ângulos de 15°. A seta pode ser aberta ou fechada preenchida.
O traço oblíquo é desenhado com uma linha curta e inclinada a 45°
A indicação das extremidades da linha de cota deve ter a mesma dimensão numa mesma representação gráfica.
Num mesmo desenho deve ser usada somente uma forma da indicação dos limites da linha de cota. Caso o espaço seja reduzido, pode ser usada outra forma de indicação de limites.
Quando houver espaço suficiente as setas de limitação da linha de cota devem ser apresentadas entre os limites da linha de cota. Quando o espaço for reduzido às setas de limitação das linhas de cota, podem ser desenhadas externamente no prolongamento da linha de cota.
Na cotagem de raio é utilizada somente uma seta de limitação da linha, que pode ser interno ou externo ao contorno, (ou linha auxiliar) dependendo do desenho do objeto.
Apresentação da cotagem
As cotas devem ser colocadas em desenho em caracteres com tamanho suficiente para assegurar a total legibilidade seja no original ou nas reproduções feitas no microfilme ( de acordo NBR 8402). As cotas devem ser localizadas de tal maneira que elas não possam ser cortadas ou separadas por qualquer outra linha.
Existem dois tipos de métodos de cotagem, mas somente um deles deve ser utilizado num mesmo desenho.
Método 1 :
As cotas devem ser localizadas acima e paralelamente às suas linhas de cotas e de preferência no centro.
Exceção pode ser feita onde a cotagem sobreposta é utilizada.
As cotas devem ser escritas de maneira que permitam ser lida da base e/ou lado direito do desenho. Cotas em linhas de cotas inclinadas devem ser seguidas conforme mostrado a seguir.
Na cotagem de ângulo podem ser conforme demonstrado a seguir:
Método 2 :
As cotas devem ser lidas da base folha de papel. As linhas de cotas devem ser interrompidas, de preferência no meio, para escrever as cotas.
Na cotagem angular podem ser seguida uma das formas abaixo apresentada.
A localização das cotas com freqüência necessita ser adaptada às diferentes situações. Assim, exemplificando, as cotas podem estar:
No centro submetido da linha de cota, quando a peça é desenhada em meia peça.
Sobre o prolongamento da linha de cota, quando o espaço for reduzido.
Sobre o prolongamento horizontal da linha de cota, quando o espaço não permitir a localização com a interrupção da linha de cota não horizontal.
Cotas fora de escala (com exceção onde a linha de interrupção for utilizada) devem ser assinaladas com linha reta com a mesma largura da linha do algarismo.
Os símbolos a seguir são usados com cotas para identificar as formas e melhorar a leitura e interpretação do desenho. Os símbolos de diâmetro e de quadrado podem ser omitidos quando estiver clara a forma indicada. Os símbolos devem vir antes da cota. Ø = Diâmetro R= Raio Ø Esf= Diâmetro Esférico □ = Quadrado
R ESF= Raio esférico
Disposição e apresentação da cotagem
Disposição
A disposição da cota no desenho deve indicar claramente sua utilização.
Cotagem em cadeia
Deve ser utilizada quando a possível soma de tolerâncias não compromete a construção das peças.
Cotagem por elemento de referência
Este processo de cotagem é usado onde o número de cotas da mesma direção tem relação com um elemento de referência.
Este tipo de cotagem por face de referência pode ser executada de duas maneiras, cotagem em paralelo ou cotagem aditiva.
Cotagem em paralelo é a localização de várias cotas simples paralelas uma às outras e que tenham espaços suficientes para escrever a cota.
Cotagem aditiva é uma simplificação na maneira de cotagem em paralelo e pode ser utilizada onde existe pouco espaço e não haja dificuldade de leitura e interpretação. A origem é localizada em uma face de referência e as cotas localizadas na extremidade da linha auxiliar de cota.
Cotagem aditiva em duas direções pode ser utilizada quando tiver vantagem na representação, neste caso teremos duas faces de referência, como mostrado a seguir:
Quando no desenho o detalhe estiver próximo, quebramos as linhas auxiliares para permitir a colocação da cota no lugar adequado.
Cotagem por coordenadas
Na prática a Tabela mostra a leitura e interpretação das cotas do objeto.
Coordenadas para pontos de intersecção em malhas de desenhos de localização.
Coordenadas para pontos arbitrários sem a malha, devem aparecer próximos a cada ponto.
Cotagem combinada
Cotagem simples, cotagem aditiva e cotagem por elemento comum podem ser combinadas num mesmo desenho.
Indicações especiais
Cordas, arcos, ângulos e raios
As cotas de cordas, arcos e ângulos devem ser conforme a figura a seguir.
Quando o centro do arco exceder os limites do espaço disponível, a linha de cota do raio de ser quebrada ou interrompida, de acordo com a necessidade de localizar ou não o centro do arco.
Quando o tamanho do raio for determinado por outras cotas, ele deve ser indicado pela linha de cota do raio com o símbolo R sem cota.
Elementos eqüidistantes
Quando os elementos igualmente espaçados são parte da especificação do desenho a cotagem pode ser simplificada. O espaçamento linear pode ser cotado como mostra a figura a seguir.
Se houver alguma dificuldade de leitura e interpretação entre o comprimento do espaço e o número de espaçamentos, um espaço deve ser cotado como mostra a seguir.
Espaçamentos dos ângulos podem ser suprimidos se não causarem dúvidas ou confusão, como mostra o desenho do lado direito:
Espaçamento circulares pode ser cotado indiretamente, dando o número de elementos, como mostra a seguir:
Elementos repetidos
Quando for possível definir a quantidade de elementos de mesmo tamanho com isto, evitar repetir a mesma cota, eles serão cotados conforme a seguir:
Chanfros e escareados
Chanfros com medida e ângulo diferente de 45°devem ser cotados assim:
No caso de chanfros a 45° a cotagem pode ser mais simples como a mostra o desenho do lado esquerdo e os escareados cotados conforme o desenho do centro e do lado direito a seguir:
Outras indicações
Podem-se utilizar letras de referências, junto com uma legenda ou nota para evitar que se repita a mesma cota.
Na representação de objetos simétricos desenhados em meio corte ou meia vista, a linha de cota deve cruzar e se estender além do eixo de simetria.
De maneira geral, não se cota em conjunto, porém, quando for necessário, o grupo de cotas específico para cada objeto deve ficar na medida do possível, separado
Em algumas situações, é preciso cotar uma área ou comprimento limitado de uma superfície, para indicar uma situação especifica.
Neste caso, a área ou comprimento e sua localização, a indicação é feita por meio de linha traço e ponto larga, desenhada próximo e paralela à face correspondente. Quando esta determinação especial se referir a um elemento de revolução, a indicação deve ser mostrada somente num lado.
Quando a localização e a extensão da determinação especial precisar de identificação, deve-se cotar de forma aproximada, no entanto, quando o desenho mostrar forma clara e sua extensão, a cotagem não é necessária.
Assinar:
Postagens (Atom)